domingo, 17 de fevereiro de 2008

REVISTA n. 5

ÍNDICE

CANTINHO DO AUTOCONHECIMENTO: “O Sofrimento e a Mente” – Parte 2
AFIRMAÇÕES POSITIVAS / METAFÍSICA: “A Cor Certa para Cada Momento” – parte 2
FLORAIS DE BACH: “GRUPO DO MEDO (cont.): “Aspen”
AGENDA: CURSO Espelho
OSHO, UM MESTRE EM AUTO AJUDA: “Amor e Relacionamento”
DICAS: “CONSELHOS PARA UMA EXISTÊNCIA PLENA E FELIZ” (cont.)
ESPAÇO DO LEITOR: Texto de Cristina Cairo sobre Obesidade



CANTINHO DO AUTOCONHECIMENTO
O SOFRIMENTO E A MENTE (2ª parte)

O que acontece ao sofrimento quando nos tornamos conscientes o bastante para romper a nossa identificação com ele?
A inconsciência cria o sofrimento. A consciência transforma o sofrimento nela mesma. São Paulo expressa esse princípio universal de uma forma linda ao dizer: “Tudo é revelado ao ser exposto à luz e o que for exposto à própria luz se torna luz”. Assim como não se pode lutar contra a escuridão, não se pode lutar contra o sofrimento. Tentar fazer isso poderia gerar um conflito interior e um sofrimento adicional. Observar o sofrimento já é o bastante. Observá-lo implica aceitá-lo como parte do que existe naquele momento.
O sofrimento consiste na energia vital aprisionada que se desprendeu do campo energético total e se fez temporariamente autônoma, através de um processo artificial de identificação com a mente. Ela se volta para dentro de si mesma e se torna algo contrário à vida, como um animal tentando comer o próprio rabo. Por que você acha que a nossa civilização se tornou tão autodestrutiva? Acontece que as forças destrutivas da vida ainda são energia vital.
Mesmo quando começamos a deixar de nos identificar e nos tornamos observadores, o sofrimento ainda continua a agir por um tempo e vai tentar fazer com que voltemos a nos identificar com ele. Embora não esteja mais recebendo a energia originada da nossa identificação com ele, o sofrimento ainda tem sua força, como uma roda-gigante que continua a girar mesmo quando deixa de receber o impulso. Nesse estágio, o sofrimento pode até ocasionar dores em diversas partes do corpo, mas elas não vão durar. Esteja presente, fique consciente. Vigie o seu espaço interior. Você vai precisar estar presente e alerta para ser capaz de observar o sofrimento de um modo direto e sentir a energia que emana dele. Agindo assim, o sofrimento não terá força para controlar o seu pensamento. No momento em que o seu pensamento se alinha com o campo energético do sofrimento, você está se identificando com ele e, de novo, alimentando-o com os seus pensamentos.
Por exemplo, se a raiva é a vibração de energia que predomina no sofrimento e você alimenta esse sentimento insistindo em pensar no que alguém fez para prejudicá-lo ou no que você vai fazer em relação a essa pessoa, é porque você já não está mais consciente, e o sofrimento se tornou “você”. Onde existe raiva, existe sempre um sofrimento oculto. Quando você começa a entrar em um padrão mental negativo e a pensar como a sua vida é horrorosa, isso quer dizer que o pensamento se alinhou com o sofrimento e que você passou a estar inconsciente e vulnerável a um ataque do sofrimento. Utilizo a palavra “inconsciência” no presente contexto para significar uma identificação com um padrão mental ou emocional. Isso implica uma ausência completa do observador.
Manter-se em um estado de alerta consciente destrói a ligação entre o sofrimento e o mecanismo do pensamento, e aciona o processo de transformação. É como se o sofrimento se tornasse o combustível para a chamada da consciência, resultando em um brilho de mais intensidade. Esse é o significado esotérico da antiga arte da alquimia: a transformação do metal não-precioso em ouro, do sofrimento em consciência. A separação interior cicatriza, e você se torna inteiro outra vez. Cabe a você, então, não criar um sofrimento adicional.
Resumindo o processo: concentre a atenção no sentimento dentro de você. Reconheça que é o sofrimento. Aceite que ele esteja ali. Não pense a respeito. Não permita que o sentimento se transforme em pensamento. Não julgue nem analise. Não se identifique com o sentimento. Esteja presente e observe o que está acontecendo dentro de você. Perceba não só o sofrimento emocional, mas também a presença “de alguém que observa”, o observador silencioso. Esse é o poder do Agora, o poder da sua própria presença consciente. Veja, então, o que acontece.
Em inúmeras mulheres, o sofrimento manifesta-se, em particular, no período anterior ao fluxo menstrual.
No momento, o importante é que você seja capaz de estar alerta e presente quando o sofrimento aparecer e de observar o sentimento em vez de se deixar dominar por ele. Essas atitudes proporcionam uma oportunidade para a mais poderosa das práticas espirituais e tornam possível uma rápida transformação de todo o passado.
A identificação do ego com o sofrimento
O processo que acabei de descrever é extremamente poderoso, embora simples. Poderia ser ensinado a uma criança, e tenho a esperança de que um dia será uma das primeiras coisas a serem aprendidas na escola. Uma vez entendido o princípio básico do que significa estar presente observando o que acontece dentro de nós – e “entendemos” isso quando passamos pela experiência –, teremos à nossa disposição a mais poderosa ferramenta de transformação.
Não nego que podemos encontrar uma forte resistência interna tentando nos impedir de pôr um fim à identificação com o sofrimento. Isso acontecerá particularmente se tivermos vivido intimamente identificados com o sofrimento emocional durante a maior parte da Vida e se tivermos investido nele uma grande parte ou mesmo todo o nosso sentido de eu interior. Isso significa que construímos um eu interior infeliz por conta do nosso sofrimento e acreditamos que somos essa ficção fabricada pela mente. Nesse caso, nosso medo inconsciente de perder a identidade vai criar uma forte resistência a qualquer forma de não-identificação. Em outras palavras, você preferiria viver com o sofrimento – ser o sofrimento – a saltar para o desconhecido, correndo o risco de perder o seu infeliz, mas familiar ‘eu interior’.
Se esse é o seu caso, observe a resistência dentro de você. Observe o seu apego ao sofrimento. Esteja muito alerta. Observe como é estranho ter prazer em ser infeliz. Observe a compulsão de falar ou pensar a esse respeito. A resistência deixará de existir se você torná-la consciente. Poderá então dar atenção ao sofrimento, estar presente como testemunha e iniciar a transformação.
Só você pode fazer isso. Ninguém pode fazer por você. Mas, caso tenha bastante sorte para encontrar alguém intensamente consciente, se puder estar com essa pessoa e juntar-se a ela no estado de presença, isso poderá ser de grande utilidade, acelerando o processo. Se isso acontecer, a sua própria luz logo brilhará mais forte. Quando colocamos um pedaço de lenha que tenha começado a queimar há pouco tempo perto de outro que está queimando vigorosamente e, depois, separamos os dois novamente, o primeiro tronco passará a queimar com uma intensidade muito maior. Afinal de contas, é o mesmo fogo. Ser um fogo dessa natureza é uma das funções de um mestre espiritual. Alguns terapeutas estão aptos a preencher essa função; desde que tenham alcançado um ponto além do nível de consciência e sejam capazes de criar e sustentar um estado de presença intensa e consciente enquanto estiverem trabalhando com você.
livro de Eckhart Tolle "O poder do Agora"

METAFÍSICA

A COR CERTA PARA CADA MOMENTO - PARTE II

Adely Lázaro Branco

Como comentamos na matéria anterior, devemos fazer um uso consciente das cores que aplicamos em nosso corpo, principalmente através das roupas que escolhemos usar. As cores presentes em nossas vestimentas influenciam nosso estado emocional e, muitas vezes, o evidenciam.
É importante que você escolha usar cores que sejam opostas a um estado negativo pelo qual esteja passando. Esse pode ser um importante recurso de auto-ajuda. Por exemplo, use tons alegres, vivos, como o amarelo e o laranja, quando estiver triste e melancólico. Ou, tons de azul ou índigo quando estiver mau humorado, inseguro, eufórico ou ansioso. Ou ainda, vermelho ou laranja, para aqueles momentos em que se sente sem brilho, sem energia, desmotivado, desvitalizado ou indisposto. Por outro lado, as cores não só provocam sensações em quem as está usando, como também nas pessoas com as quais estiver convivendo.

VERMELHO: é indicado para pessoas desanimadas que precisam enfrentar longas jornadas ou que estejam se sentindo desanimadas. O vermelho coloca as pessoas em evidência, sendo, portanto, uma cor favorável para quando desejamos investir em nossa sensualidade. As pessoas agitadas ou ansiosas devem evitar essa cor.

LARANJA: é indicado para as pessoas que se sentem deprimidas ou desencorajadas, excelente para enfrentar desafios ou situações que lhe tragam a sensação de fragilidade. Contribui para a expressão verbal, corporal e para a criatividade. Desperta a auto-estima, o otimismo e a disposição. Em momentos de tensão ou propensão à discussão, evite esta cor.

AMARELO: favorece a comunicação, desperta a jovialidade, sugere divertimento, diversão, descontração e festividade. Pessoas inseguras não devem usar essa cor, nem aquelas que necessitem transmitir uma imagem de segurança e confiabilidade.

VERDE: favorece o bom senso, o equilíbrio, serenidade aos pensamentos, evita os extremos, controla a impulsividade. Auxilia as pessoas que se encontram estressadas, agitadas, nervosas. Deve ser evitada pelas pessoas que sentem insegurança.

AZUL: propicia calma e serenidade, alivia as tensões e preocupações, traz serenidade nos casos de desgaste emocional. O azul favorece a aproximação entre as pessoas e faz com que sintam-se à vontade. O azul escuro deve ser evitado por pessoas com tendências depressivas.

VIOLETA: alivia as preocupações, as repetições mentais, indicado para as funções de liderança e para a tomada de decisões, além de favorecer a tomada do controle das situações. Deve ser evitada em ocasiões festivas ou descontraídas.

MARROM: firmeza, segurança, maturidade, responsabilidade, solidez, favorece a objetividade. Excelente para os negócios, devendo BRANCO: ser evitada nas situações românticas.
serenidade, paz, purificação, sentimentos de pureza, transparência, harmonia. Ideal para circular em ambientes turbulentos.

PRETO: elegância, sobriedade, imponência, respeito, cria uma barreira entre as pessoas, induz ao isolamento, isola energeticamente. Dessa forma, se você está bem e deseja se proteger em meio a um local “carregado”, essa é uma boa cor. Mas, se você não está bem, usar essa cor pode mantê-lo ainda mais fechado em seu mundo de tristezas e isolamento.
Viva mais feliz com todas as cores em você!!!

FLORAIS DE BACH

Como já comentamos em edições anteriores, os Florais de Bach, assim como as demais terapias complementares, não substituem o tratamento médico.

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GRUPO DO MEDO (continuação)
ASPEN Populus tremula

Relaciona-se com as qualidades da alma ligadas ao destemor, ao domínio e à ressurreição. No estado negativo de Aspen, a pessoa se vê presa a ansiedades inconscientes.
Diz-se que as pessoas necessitadas do tipo Aspen nasceram sem uma camada protetora de pele. A distinção entre a sua consciência da realidade física e os outros planos, particularmente o plano emocional e astral, é primorosamente sintonizada. Esses planos abrigam não só experiências pessoais emocionais, mas também conceitos coletivos, como contos de fadas e idéias simbólicas, arquétipos, superstições, nossas noções de céu e inferno, e muito mais. Este é o plano através do qual precisamos passar todas as noites, em sonhos, à fim de alcançar o nível transpessoal da existência, onde podemos fazer contato com o Eu Superior, que nos manda forças construtivas e curativas enquanto dormimos.
As pessoas que precisam de Aspen são, muito mais do que as outras, inundadas dia e noite por pensamentos e imagens desse plano astral ou emocional, sem que se dêem conta disso. Recebem impulsos inconscientes, que a consciência desperta não identifica, pois a fonte do impulso é desconhecida. Isso dá origem ao medo. Uma espécie de medo misterioso que nos sobe, rastejando pelas costas, um medo nos arrepia e nos põe os cabelos em pé. “Estou com medo não sei do que”, “Tenho um pressentimento mau”, são frases típicas. Em casos extremos padecem as torturas do inferno, de que todo o corpo se deixa envolver, com suor, tremores, frio no estômago. Mas o medo continua impotente, não há o que se possa fazer. Isso é frustrante e produz mais medo.
É possível encarar os pacientes do tipo Aspen como paralisados nesse ponto do plano astral habitado pelo medo e incapazes de fazer contato com o Eu Superior, que lhes mandaria forças auxiliadoras. Um estado assim, de ficar confuso, revela-se não raro, no sonambulismo, no falar durante o sono, ou em pesadelos. Você acorda tomado pelo pânico e tem medo de voltar a dormir.
As crianças são mais abertas para esses planos do que os adultos, desenvolvendo medo do escuro, “bicho-papão”, “espírito mau” etc. É evidente que esses medos nas crianças são também desencadeados pelos medos que os pais lhes impõem a fim de obterem “controle” sobre elas. Esse é um ato de covardia, muitas vezes feito de maneira inconsciente, simplesmente repetindo a educação recebida.
No entanto, muitos adultos também desenvolvem esses tipos de medos, sem explicação.Possuem uma espécie de “antena inconsciente”, que recebe influências diretas de todo ambiente.São pessoas que se sentem subitamente mau, em uma ocasião festiva, por exemplo.
As pessoas do tipo Aspen registram tudo relativo às vibrações que o circundam e isso demanda muita energia: a atmosfera do escritório, o ônibus lotado, as multidões, os conflitos familiares, o medo da inflação e da violência, e todos os tipos de ameaças que pairam no ar. Os medos permanecem vagos e inexplicáveis, gerando uma série de desequilíbrios, portanto dificilmente o indivíduo comentará sobre os tais medos, pois é difícil falar sobre eles, já que são tão indefinidos.
O indivíduo que tomar Aspen verá que o medo começa a diminuir e a confiança em si aumentar. Tem consciência da origem do medo, da Força Criadora que tudo rege. Essa confiança possibilita o uso consciente do lado positivo da energia do tipo Aspen. É a capacidade de sintonizar planos de consciência mais sutis, não materiais, de explorá-los sem medo, de fazer experiências com eles, e de usar os conhecimentos adquiridos em benefício de nossos semelhantes. Estas são as qualidades, por exemplo, de bons professores, psicoterapeutas e pessoas que trabalham em parapsicologia.
Alguns profissionais recomendam Aspen no tratamento de alcoólicos, vítimas de idéias obsessivas, mulheres violentadas, crianças maltratadas e às pessoas sensitivas demais, médiuns, bem como quem tenha feito viagens de horror em virtude de drogas.

SINTOMAS-CHAVE
Medos vagos, inexplicáveis, apreensões, medo secreto de algum mal iminente.

SINTOMAS DEVIDO AO BLOQUEIO DE ENERGIA

· Medo sem fundamento, dia e noite
· Súbitos ataques de ansiedade sem fundamento, quando a pessoa está só ou em meio a multidões.
· Sensação arrepiante de medo
· Sensação de presença de espíritos
· Auto-sugestão, ilusões, imaginação além do limite.
· Medo de perseguição, medo de um poder invisível.
· Pesadelos
· Medo de assuntos relacionados a assuntos espirituais
· Medo da morte ou da escuridão
· Medo dos próprios medos, mas não conta a ninguém.
A CRIANÇA ASPEN
É aquela que tem pesadelos ou terror noturno, acorda chorando de madrugada, com medo de “monstros”. Não fica sozinha, nem no escuro, nem no claro, não sabendo dizer do que tem medo.

QUALIDADES QUE A ESSÊNCIA VAI DESENVOLVER

Aspen vai trazer a paz interior. A conscientização do medo, para que a pessoa possa enfrentá-lo e saber que ele não tem fundamento, libertando-se dele.
“Devemos praticar firmemente a paz, imaginando nossa mente como um lago sempre calmo, sem agitações, sem mesmo ondulações para perturbar sua tranqüilidade e, aos poucos, desenvolver esse estado de paz até que nenhum acontecimento da vida, nenhuma circunstância, nenhuma outra personalidade seja capaz, sob qualquer condição, de encrespar a superfície do lago ou de despertar em nós sentimentos de irritabilidade, depressão ou dúvida.” (Dr. Bach)

OSHO: UM MESTRE EM AUTO-AJUDA
AMOR E RELACIONAMENTO

“A vida em si é uma tela em branco: ela se torna aquilo que você pintar nela. Você pode pintar sofrimento, pode pintar bem-aventurança. Essa liberdade é a nossa glória.”
SEMPRE UM RIO
Relacionamento significa algo completo, acabado, fechado.
O amor nunca é um relacionamento. O amor é relacionar-se. Ele é sempre um rio, fluente, sem fim. O amor não sabe o que é ponto final. A lua-de-mel começa, mas nunca acaba. Os amantes têm um fim, o amor continua. É um verbo, não um substantivo.
E por que nós reduzimos a beleza do relacionar-se a um relacionamento? Por que temos tanta pressa? Porque o relacionar-se é inseguro e o relacionamento é uma forma de segurança. Relacionamento dá uma certeza. Relacionar-se é só um encontro entre dois estranhos, talvez só por uma noite, e, pela manhã, dizem adeus. Quem sabe o que vai acontecer amanhã???
O amor não é uma quantidade, é uma qualidade — e uma qualidade de uma certa categoria que se desenvolve quando a doamos e que morre a retemos. Se você for mesquinho em relação ao amor, ele morre. Então seja realmente um esbanjador! Sinta-se livre para dar o seu amor.
O amor sabe como explorar o desconhecido. O amor sabe como pôr de lado todas as seguranças. O amor sabe desbravar o desconhecido e o “não-mapeado”.
Amor é coragem, por isso, confie no amor...
Aquele que sabe viver, também sabe morrer.
Aquele que sabe “cair de amor” também sabe o momento de cair fora dele. Ele faz isso com graça, com um adeus, com gratidão.
As pessoas não sabem amar e, por isso, não sabem dizer adeus quando chega a hora. Se você ama, saberá que tudo começa e tudo tem fim, que há um tempo para começar e um tempo para terminar e que não há qualquer dor nisso. A pessoa não sai ferida: ela simplesmente sabe que a estação terminou. Ela não se desespera: simplesmente entende e agradece ao outro: "Você me concedeu tantas dádivas maravilhosas, me deu novas visões da vida, abriu algumas janelas que eu nunca teria aberto por mim mesmo. Agora chegou o momento de nos separarmos e de tomarmos rumos diferentes." Sem raiva, sem fúria, sem ressentimento, sem qualquer reclamação, mas com uma imensa gratidão, um imenso amor, com o coração cheio de agradecimento.
Normalmente, você encontra a palavra "permanente" nos dicionários como se ela fosse sinônimo de "eterno". Mas não é. O eterno é sempre momentâneo. Olhe o botão de rosa outra vez. De manhã ele está ali, à noite não está mais. Foi momentâneo. Mas ele surgirá novamente — amanhã pela manhã outra rosa estará ali. Ela sempre ressurgirá. O eterno emerge por meio do momentâneo, o eterno olha por meio do momentâneo. Uma flor se vai, outra vem. Na verdade, aquela que se vai apenas dá espaço para a outra. A beleza é eterna. A "rosidade" é eterna. As rosas vêm e vão; a "rosidade" é eterna.
Viva no momentâneo. E viva no momentâneo sem desejar o permanente. Do contrário, você perderá o eterno. Viva no momento com tamanha intensidade e plenitude que esquecerá o permanente.
O permanente é uma projeção no futuro. O permanente é seu desejo.
Ele não tem nada a ver com a realidade. O eterno é a profundidade do momentâneo — o eterno está no momento. O permanente é horizontal, linear. O eterno é vertical.
Alguém está nadando na superfície de um rio profundo — é assim que é o permanente. E alguém mergulha nas profundezas do rio — eis o eterno. Mergulhe fundo no momento e você tocará o eterno.
Olhe a rosa. Sim, essa rosa é momentânea. Mas olhe mais fundo, mergulhe fundo e, de repente, você verá que oculta por trás da rosa está a "rosidade". Oculta atrás dessa momentânea rosa está a beleza eterna, divina. As flores vêm e vão — o florescer permanece. As rosas vêm e vão — a "rosidade" permanece. Os amantes vêm e vão — o amor permanece.

DICAS
CONSELHOS PARA UMA EXISTÊNCIA PLENA E FELIZ
(continuação - Parte 3)

24- Não culpe aos outros e nem a si mesmo.
Cada um faz o melhor que sabe, de acordo com sua capacidade e seu nível de conhecimento.
Você sempre fez o melhor que soube para aquele determinado tempo.
25- Veja as coisas de forma positiva, fale positivamente com os outros e consigo mesmo.
A fala é uma força muito poderosa. Tente falar na forma positiva, de maneira agradável, sem provocar, criticar, acusar ou humilhar.
26- Não tenha vergonha de rezar se você sentir necessidade.
A fé em Deus ou em uma força superior, seja qual for o seu nome, encontra-se profundamente dentro de nós e pode servir como enorme fonte de força, de esperança, de alimento para a alma, e de real ajuda na vida cotidiana.
Não pense que você precisa ser religioso para crer. Ninguém tem a chave de Deus. Ele lhe pertence assim como pertence ao Papa ou ao Grão-Rabino.
Não rejeite Deus que se encontra em seu coração, apenas porque você não crê no Deus das instruções religiosas.
Desenvolva ao máximo a ligação intima com Deus que se encontra em você.
27- Todas as disputas são superficiais.
Tente sempre trocar a competição e a rivalidade pela cooperação.
Ambos os lados podem ganhar muito mais quando aprendem a trabalhar em conjunto, ao invés de perturbarem um ao outro.
Lembre-se que a abundância é infinita e é sempre possível encontrar novas e originais soluções que trarão a ambas as partes, abundância inesperada.
A lei da selva serve para os animais, não para pessoas com as faculdades de pensamento e de criação. Na realidade, até na selva existe mais cooperação do que se pensa.
28- A música e a dança podem ligá-lo à alegria e à criatividade.
Encontre tempo para dançar um pouco, todos os dias.
Você não precisa saber dança, deixe a música fluir dentro de você e guiá-lo.
Dance de maneira a liberar a energia existente em você. Deixe esta energia despertar e fluir. É sensacional!!!
29- Não encare sua necessidade de beleza com algo dispensável, mas sim, como uma necessidade básica.
Preocupe-se em que tudo à sua volta seja bonito e agradável, organizado e limpo. O ambiente externo influencia muito o seu interior e ao mesmo tempo o reflete.
30- Não se compare com os outros.
Comparece-se somente com a pessoa que você era antes, com o constante desafio de melhorar.
Todo ser humano é único e não deve ser comparado a nenhum outro. Cada ser humano tem diferentes capacidades e diferentes condições de crescimento e de desenvolvimento. Cada ser é um fenômeno único e cada um deve ser fiel somente a si próprio.
Se hoje é uma pessoa melhor do que era ontem, você está no caminho certo e está fazendo a sua parte. Isto é o suficiente.
Se alguém se sair melhor que você sinta-se feliz por ele. Não tenha inveja e, sim, receba dele inspiração para o seu próprio sucesso.
31- Seja inteiramente responsável por seus atos.
Pese cuidadosamente as obrigações que assume, pois você pagará exatamente o preço devido.
Não prometa nada que você não queira cumprir ou que não possa fazê-lo. Assim você não quebrará a confiabilidade que os outros têm em você e na sua capacidade pessoal.
32- Quanto mais você se ligar à sua alegria interior – que é a qualidade natural da alma – menos dependente você será da alegria e do prazer exterior.
Procure o prazer por meio da reflexão, da meditação e da observação interior.
Libertação – Liberdade total de toda dependência exterior, alegria de viver que vem da fonte de luz interior.
Este é o principal objetivo de todas as religiões e de todos os caminhos espirituais, em todos os tempos. Não despreze este ensinamento, mesmo que a princípio você não absorva totalmente o seu significado.
33- A força da auto-sugestão é muito poderosa.
Quando se hipnotiza um levantador de peso profissional e lhe diz que ele é tão fraco ao ponto de não conseguir levantar sua mão, ele realmente não conseguirá fazê-lo. Quando se hipnotiza uma pessoa fraca e lhe diz que ela pode levantar peso, sua força cresce impressionantemente.
Aquilo em que nós acreditamos se transforma na nossa realidade. Essa é a chave da enorme força que possuímos.
Você deve se libertar da sua “hipnose” negativa através de uma reprogramação de suas crenças básicas, em relação a você e em relação à realidade.
34- Quando você quer convencer o seu subconsciente de algo, você pode fazê-lo por meio da argumentação.
Fale consigo, do mesmo modo que você falaria com outra pessoa a qual você quer persuadir. Não convença pela força, senão pela força dos fatos.
Deixe vir à tona a resistência que existe em você e expresse-a abertamente. Tente achar razões convincentes, até você sentir que conseguiu quebrar a resistência, não a retenha.
Não reprima a resistência, tente entendê-la de maneira que você se satisfaça! Este é um importante exercício para criar a síntese e a harmonia entre as diferentes partes existentes em você.
35- Escreva em uma caderneta todas as perguntas para quais você ainda não encontrou respostas aceitáveis.
Transmita sua pergunta ao espaço ou à sabedoria cósmica. Em seguida, esqueça-se delas e não se preocupe mais de maneira consciente. A resposta virá rapidamente de uma direção inesperada.
Quando a resposta chegar escreva-a ao lado da pergunta. Verifique que a resposta lhe seja satisfatória.
Se não, refaça a pergunta.
Às vezes é necessário dividir uma grande questão em várias pequenas perguntas.

ESPAÇO DO LEITOR
Texto enviado por um dos nossos leitores.
A Obesidade
:: Cristina Cairo::
A gordura é o casulo que a pessoa cria, inconscientemente, para se proteger e se esconder dos problemas externos.
Pessoas muito sensíveis, que se deixam magoar com facilidade, buscam se proteger atrás da gordura, que representa a maciez de um abraço.
Muitas vezes, a gordura é uma forma convenientemente usada para se conseguir certos benefícios, como atrair a compaixão de outras pessoas, deixar de trabalhar naquilo que não gosta, escapar de certas obrigações que limitam sua liberdade e até mesmo testar o amor e a fidelidade do cônjuge. Mais uma vez, vemos que o perigo está em nossa mente, não no mundo em que vivemos, e nem nos alimentos que comemos.
Faça um "regime" nos seus pensamentos e limpe toda essa amargura. Viva tranqüilamente e sem se sentir ameaçado. Ame profundamente a todos e você perceberá que, como resposta, receberá mais amor dos outros. Saia já desse casulo e participe ativamente do mundo, de peito aberto e acreditando que você está sendo protegido pelas mãos do Grande Pai.
Pare de guardar mágoas e ressentimentos. Chega de discutir gratuitamente com as pessoas, pois cada uma delas luta pelas suas razões e você pode sair machucado. Apenas aja com docilidade e poder e não deixe que as diferenças de vida e opiniões o aflijam.
Atenção: quanto mais você "engolir" e guardar mágoas, mais seu corpo engordará.
Para você superar definitivamente essa dificuldade de emagrecer terá de compreender que toda expectativa gera frustração. Por isto não fique esperando acontecer o que você deseja, nem queira que as pessoas sejam como você ou lhe dêem aquilo que tanto você almeja. Saia já dessa postura de vítima e perceba o tamanho do seu próprio poder. Ninguém é responsável pelas suas fraquezas ou fracassos. Tudo depende exclusivamente da sua postura diante da vida e dos acontecimentos. Passe a agir como adulto e mostre seus verdadeiros interesses a quem é importante para você. Tenha coragem de mudar seu comportamento e ser você mesmo. Se você não está encontrando em sua memória nenhum registro pelo menos semelhante ao que estou dizendo, certamente é porque seu subconsciente abraçou com muita força alguma mágoa antiga e continua a protegê-la, pois para ele não existe "tempo". Tenha calma porque com ele (o subconsciente) nós devemos agir despreocupadamente e mandar mensagens positivas e constantes, até que ele perceba que as defesas contra o passado são inúteis.
As mensagens que você pode enviar ao seu subconsciente são pensamentos e condutas contrárias ao que está vivendo hoje. O importante é sair logo desse círculo vicioso que ainda está impresso em sua mente inconsciente.
Pratique um esporte ou faça exercícios. Torne seus pensamentos mais ativos e coloque em prática as suas decisões. O mundo espera você para agir com ele.
Transforme essa gordura em energia, sacudindo a poeira do passado e olhando para frente. Rápido!
No começo tudo pode parecer difícil, mas depois você amará os novos hábitos e a sua nova personalidade.
Vamos, acorde! Organize-se! Tudo depende só de você!
Chega de arrumar pretextos, pois isto só vem provar que você está realmente tendo alguma conveniência em ser gordo. Busque o que você deseja, sem prejudicar sua saúde e sua beleza. E, definitivamente, tente compreender que quando nos magoamos com algo é porque estamos sendo egoístas em querer que tudo seja do nosso jeito. Liberte-se dessa tendência e aceite as pessoas como elas são. Seja você mesmo e não se permita pensamentos negativos.
Eleve-se a cada dia com bons sentimentos em relação à vida e cresça cada vez mais dentro da evolução espiritual, sem mágoas, sem medos, nem desconfianças.


Agradecimentos a:
Elaine Pitta Alves (revisão e edição)
Urbano Rocha (colaborador)
Antonia Mello (colaboradora)

E a todos que compartilham esse material com os amigos!

Adely Branco

sábado, 16 de fevereiro de 2008

REVISTA n. 4

Índice


ARTIGO DO MÊS: “DEIXANDO DE ENGANAR A SI MESMO”

CANTINHO DO AUTOCONHECIMENTO: “O SOFRIMENTO E A MENTE”

AFIRMAÇÕES POSITIVAS: METAFÍSICA – “A COR CERTA PARA CADA MOMENTO”

FLORAIS DE BACH: “GRUPO DO MEDO (cont.): CHERRY PLUM”

AGENDA: CURSO, WORKSHOP E PALESTRA

OSHO, UM MESTRE EM AUTO AJUDA: trechos de “FAÇA SEU CORAÇÃO VIBRAR’

DICAS: “CONSELHOS PARA UMA EXISTÊNCIA PLENA E FELIZ” (cont.)

UM MOMENTO PARA MIM...: “ENTERRO DO NÃO CONSIGO’

PROFISSIONAL EM DESTAQUE: URBANO ROCHA

ESPAÇO DO LEITOR: DEPOIMENTO - SHEILA

ASTROLOGIA: “A ALMA E OS PLANOS DE VIAGEM”




Artigo do mês


DEIXANDO DE ENGANAR A SI MESMO


Esperamos tanto dos outros: reconhecimento, amor, agradecimento, apoio, aprovação etc. São tantas as expectativas que acabamos por não conseguir receber aquilo que verdadeiramente o outro poderia nos oferecer.
Buscamos moldar, doutrinar, transformar tudo, no fundo, para que as pessoas se tornem mais “úteis às nossas necessidades emocionais”.
Acabamos por nos esconder e nos privamos de trocar com os outros o que há de melhor e verdadeiro em nós.
Transferimos para o mundo, para a política, para as pessoas, todas as nossas incapacidades e frustrações quando, na verdade, nós é que não nos comprometemos verdadeiramente com o que desejamos.
Acomodamo-nos às circunstâncias quando não nos julgamos capazes de fazer nada mudar.
Passamos pela vida fazendo o que “precisa ser feito” porque não aprendemos que podemos transformar qualquer atividade em algo leve se os sentimentos corretos forem devidamente empregados e se pudermos evoluir de alguma maneira através disso.
Há mil maneiras de se fazer as coisas, há muitas escolhas a serem feitas. A vida nos apresenta múltiplos caminhos e oportunidades.
Constantemente o Universo nos relembra de quem somos e do porque viemos, e, à medida que sufocamos esses sinais, surgem a angústia, a depressão, a frustração e todas as outras manifestações da “noite na alma”.
Deixar de enganar a si é reconhecer-se pleno e capaz. É fazer brilhar seus potenciais sublimes, suas habilidades. É viver com a verdade, com a sinceridade. É estar vigilante sobre si mesmo... e menos preocupado com os outros.
É encontrar no outro um “espelho” que lhe mostra o quanto você está “amortecido” ou alienado de si mesmo e do seu mundo interior.
O exercício deve ser diário. Pergunte-se: O que isso quer me dizer? O que essa pessoa quer me mostrar a meu próprio respeito? O que eu quero? Como eu me sinto?
Estar alerta aos seus próprios sentimentos é uma das melhores maneiras de buscar a conscientização e o contato com seu EU SUPERIOR.
Isso não significa colocar-se como um “juiz”, mas como um observador, procurando entender as causas, as razões; como a mãe que busca compreender a criança que ainda não sabe falar. O caminho deve ser amoroso, jamais punitivo.
O fato de não reconhecer seus pontos fracos não significa que eles deixam de existir; pelo contrário, eles ganham força para controlar suas atitudes e reações.
Tudo o que emerge à luz da consciência torna-se acessível à cura.
A descoberta dos aspectos desafiadores da personalidade constitui o único caminho possível para uma evolução real.
Estar em contato com o EU SUPERIOR significa estar em harmonia consigo e com o mundo, cumprindo o caminho traçado para si. Significa romper definitivamente com a imagem de “vítima”, na qual nos colocamos em muitos momentos da vida. Vítima não é apenas aquela pessoa que se lamenta o tempo pelos acontecimentos, mas também aquela que se “acostuma” com as circunstâncias, não buscando o entendimento para mudá-las.
O ponto da vida onde nos encontramos é o resultado de nossas escolhas do passado, tenham sido elas conscientes ou não.
Sou EU, quem faz as minhas escolhas, assim como você faz as suas. Tudo isso, é claro, baseado nas minhas estruturas emocionais, nas crenças embutidas em mim na formação da minha personalidade, nas minhas experiências de vida e, principalmente, no quanto eu estou “desperto” para as mensagens do meu Eu Superior. Quanto mais alienado for o estado, quanto mais inconscientes forem as escolhas, quanto mais ausente de si, mais distantes do Eu Superior serão essas escolhas e, consequentemente, mais dores existirão.


VAMOS REFLETIR:

* Que sentimentos existem em mim, que eu nego ou dos quais eu fujo?
* Que reais razões se escondem por trás dos meus conflitos com as pessoas?
* Qual a origem dos meus medos? Que medos são esses? Que situações me provocam esses medos?
* Eu acredito plenamente na minha capacidade de realização, seja lá o que for que eu me disponha a fazer?
* Que sensações as pessoas geralmente me provocam? Como eu lido com os sentimentos que considero os “defeitos alheios”? Consigo perceber o que me mostram acerca de mim mesmo?
* Que defeitos alheios mais me incomodam? Por quê???
* Como está minha vida? (Analise cada parcela dela: profissional, familiar, as amizades, quais os pontos mais deficientes). Que sentimentos essas partes deficientes da minha vida geram em mim? (frustração, medo, ansiedade etc.).
*Como eu me relaciono com as pessoas? Como elas me vêem?
* Eu estou plenamente comprometido com minha própria vida, ou transfiro essas frustrações, procurando viver a vida alheia?
* O que eu identifico dos meus pais em mim? Quais características, tanto positivas quanto negativas, eu adquiri deles? (Pense calmamente). Que características dos meus pais eu projeto na minha relação com os meus filhos?
* Como eu me relaciono com meu parceiro e com meus filhos? O que eu espero deles? O que eles não me dão??
* Como são meus sonhos? Intensos, reais, tranqüilos, aterrorizadores, repetitivos?
*Como anda minha auto-estima?
* Do que desejo me curar? Que sentimentos desejo eliminar?
* Que doenças se apresentam em meu corpo físico? Que relação eu encontro entre elas e as minhas atitudes mentais ou emocionais?
* O que falta perdoar? O que falta compreender a respeito de uma situação difícil vivida? Que marcas essa situação gerou em mim? O que mudou em minha vida ou em minha visão em relação ao mundo depois de uma determinada situação traumática?
* Quando eu sinto culpa? Em que situações? Em relação a quem?
* O quanto eu tenho incertezas na vida? Em que momentos me sinto mais inseguro? Por quê? Diante de quem?
*O quanto a opinião ou aprovação dos outros me afeta?
* O quanto sou capaz de me manter firme num objetivo porque o considero importante para mim?
* O que é a solidão para mim? O quanto ela me provoca medo?
* O quanto as pessoas me irritam? Por quê?
* O quanto eu exijo das outras pessoas ou procuro controlá-las?
* O quanto eu escondo minhas aflições? O quanto eu as disfarço, até de mim mesmo?
* Como lido com a raiva?
* O quanto eu vivo do passado? O quanto os acontecimentos passados ainda rondam meus pensamentos?
* O quanto sou apegado, seja a pessoas, coisas, ou fatos?
* O quanto tenho resistência a mudanças? O quanto as mudanças me provocam medo?
* O quanto me sinto impuro? Pecador? Imoral? O quanto me condeno?
* O quanto me critico? O que critico? O que dói em mim para fazer-me criticar? O que me incomoda?
* O quanto falo o que sinto, ou guardo tudo para mim?
* O quanto sou intolerante?
* O quanto sou arrogante?
*O quanto sou orgulhoso? O quanto me importa ser sempre o melhor? O certo?
* O quanto respeito a individualidade de cada pessoa que convive comigo, entendendo que são seres únicos?
* O quanto sou bom para meu semelhante, sendo ruim para mim mesmo, anulando-me? Por que o faço?
* O quanto falo (imponho minhas opiniões)? O quanto escuto de verdade o que as pessoas querem me dizer?
* O quanto sou ansioso? Em que desconto essa ansiedade?
*O quanto me sinto capaz, belo, bom, digno e merecedor?
*O quanto respeito meus limites de cansaço, meus limites de resistência?
* O quanto sinto prazer em viver? O quanto me proporciono momentos agradáveis, ainda que sejam coisas simples, mas que para mim possuem grande importância?
*Como anda minha vida sexual? Falta vontade? Há excesso de vontade? Que sentimentos tenho após a relação sexual? Alívio? Culpa? Satisfação? Insatisfação?
Essas são algumas entre tantas questões que devem ser feitas por nós, como um exercício de auto-conscientização. Escutar os próprios sentimentos, observar-se como um espectador, questionar-se (no sentido de investigar, entender) constituem um excelente apoio para a cura interior.
Cada uma dessas questões provocou em você determinados sentimentos, conforto ou desconforto, medo, tranqüilidade ou incômodo. Esses sentimentos devem ser anotados, por mais tolos que pareçam, pois eles são indicadores do seu mundo íntimo e devem ser repetidos sempre, se possível, por toda a vida.
Adentre em seu mundo íntimo com muito amor, com muito respeito.
Você fez até hoje o que lhe foi possível dentro do seu estágio de evolução, assim como eu também fiz o que sabia fazer.
Nossos pais também nos deram na medida daquilo que tinham para dar, e só não fizeram melhor porque não sabiam como fazer.
Busquemos abandonar a crítica, a culpa, o castigo, o trauma, o medo e, carinhosamente, trilhar o caminho de volta ao interior.
Devemos nos aliar em Amor, ao nosso próprio espírito, permitindo que ele esteja mais presente em todos os momentos das nossas vidas, se manifestando livremente em nossos sentimentos, pensamentos e ações.
Com toda certeza, isso se reverterá em bem–estar, cura, harmonia e realizações.

Ame-se e seja feliz!

Com carinho,

Adely Branco




Cantinho do autoconhecimento

O SOFRIMENTO E A MENTE (1ª parte)

A maior parte do sofrimento humano é desnecessária. Ele se forma sozinho, enquanto a mente superficial governa a nossa vida.
O sofrimento que sentimos neste exato momento é sempre alguma forma de não-aceitação, uma forma de resistência inconsciente ao que é. No nível do pensamento, a resistência é uma forma de julgamento. No nível emocional, ela é uma forma de negatividade. O sofrimento varia de intensidade de acordo com o posso grau de resistência ao momento atual, e isso, por sua vez, depende da intensidade com que nos identificamos com as nossas mentes. A mente procura sempre negar e escapar do Agora. Em outras palavras, quanto mais nos identificamos com as nossas mentes, mais sofremos. Ou ainda, quanto mais respeitamos e aceitamos o Agora, mais nos libertamos da dor, do sofrimento e da mente.
Por que a mente tem o hábito de negar ou resistir ao Agora? Porque ela não consegue funcionar e permanecer no controle sem que esteja associada ao tempo, tanto passado quanto futuro, e assim ela vê o atemporal Agora como algo ameaçador. Na verdade, o tempo e a mente são inseparáveis.
Imagine a Terra sem a vida humana, habitada apenas por plantas e animais. Será que ainda haveria passado e futuro? Será que as perguntas “que horas são?” ou “que dia é hoje?” teriam algum sentido para um carvalho ou uma águia? Acho que eles ficariam intrigados e responderiam: “Claro que é agora. A hora é agora. O que mais existe?”
Não há dúvidas de que precisamos da mente e do tempo, mas, no momento, em que eles assumem o controle das nossas vidas, surgem os problemas, o sofrimento e a mágoa.
Para ter certeza de que permanece no controle, a mente trabalha o tempo todo para esconder o momento presente com o passado e o futuro. Assim, a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, ficam encobertos pelo tempo e a nossa verdadeira natureza é obscurecida pela mente. Todos nós sofremos ao ignorar ou negar cada momento precioso ou reduzi-lo a um meio para alcançar algo no futuro, algo que só existe em nossas mentes, nunca na realidade. O tempo acumulado na mente humana encerra uma grande quantidade de sofrimento cuja origem está no passado.
Se não quer gerar mais sofrimento para você e para os outros, não crie mais tempo, ou, pelo menos, não mais do que o necessário para lidar com os aspectos práticos da sua vida. Como deixar de “criar” tempo? Tendo uma profunda consciência de que o momento presente é tudo o que você tem. Faça do Agora o foco principal da sua vida. Se antes você se fixava no tempo e fazia rápidas visitas ao Agora, inverta essa lógica, fixando-se no Agora e fazendo visitas rápidas ao passado e ao futuro quando precisar lidar com os aspectos práticos da sua vida. Diga sempre “sim” ao momento atual. O que poderia ser mais insensato do que criar uma resistência interior a alguma coisa que já é? O que poderia ser mais insensato do que se opor à própria vida, que é agora e sempre agora? Renda-se ao que é. Diga “sim” para a vida e veja como, de repente, a vida começa a trabalhar mais a seu favor em vez de contra você.

Às vezes, o momento atual é inaceitável, desagradável ou terrível.

As coisas são como são. Observe como a mente julga continuamente o comportamento, atribuindo nomes às coisas. Entenda como esse processo cria sofrimento e infelicidade. Ao observarmos o mecanismo da mente, escapamos dos padrões de resistência e podemos então permitir que o momento atual exista. Isso dará a você uma prova do estado de liberdade interior, o estado da verdadeira paz interior. Veja então o que acontece e parta para a ação, caso necessário ou possível.
Aceite, depois aja. O que quer que o momento atual contenha, aceite-o como uma escolha sua. Trabalhe sempre com ele, não contra. Torne-o um amigo e aliado, não seu inimigo. Isso transformará toda a sua vida, como por milagre.


Dissolvendo o sofrimento do passado

Enquanto não somos capazes de acessar o poder do Agora, vamos acumulando resíduos de sofrimento emocional. Esses resíduos se misturam ao sofrimento do passado e se alojam em nossa mente e em nosso corpo. Isso inclui o sofrimento vivido em nossa infância, causado pela falta de compreensão do mundo em que nascemos.
Todo esse sofrimento cria um campo de energia negativa que ocupa a mente e o corpo. Se olharmos para ele como uma entidade invisível com características próprias, estaremos chegando bem perto da verdade. É o sofrimento emocional do corpo. Apresenta-se sob duas modalidades: inativo e ativo. O sofrimento pode ficar inativo 90% do tempo, ou 100% ativado em alguém profundamente infeliz. Algumas pessoas atravessam a vida quase que inteiramente tomadas pelo sofrimento, enquanto outras passam por ele em algumas situações que envolvem relações familiares e amorosas, lesões físicas ou emocionais, perdas do passado, abandono, etc. Qualquer coisa pode ativá-lo, especialmente se encontrar ressonância em um padrão de sofrimento do passado. Quando o sofrimento está pronto para despertar do estágio inativo, até mesmo uma observação inocente feita por um amigo ou um pensamento é capaz de ativá-lo.
Alguns sofrimentos são irritantes, mas inofensivos, como é o caso de uma criança que não pára de chorar. Outros são monstros destrutivos e mórbidos, verdadeiros demônios. Alguns são fisicamente violentos; outros, emocionalmente violentos. Eles podem atacar tanto as pessoas à nossa volta quanto a nós mesmos, seus “hospedeiros”. Os pensamentos e sentimentos relativos à nossa vida tornam-se, então, profundamente negativos e auto-destrutivos. Doenças e acidentes freqüentemente acontecem desse modo. Alguns sofrimentos podem até levar uma pessoa ao suicídio.
Às vezes levamos um choque ao descobrir uma faceta detestável em alguém que pensávamos conhecer bem. Entretanto, é mais importante observar essa situação em nós mesmos do que nos outros. Preste atenção a qualquer sinal de infelicidade em você, qualquer que seja a forma, pois talvez seja o despertar do sofrimento. Ele pode se manifestar como uma irritação, um sinal de impaciência, um ar sombrio, um desejo de ferir, sentimentos de raiva, ira, depressão ou uma necessidade de criar algum tipo de problema em seus relacionamentos. Agarre o sinal no momento em que ele despertar de seu estado inativo.
O sofrimento deseja sobreviver, mas, para isso, precisa conseguir que nos identifiquemos inconscientemente com ele. Portanto, quando o sofrimento toma conta de nós, cria uma situação em nossas vidas que reflete a própria freqüência de energia da qual ele se alimenta. Sofrimento só se alimenta de sofrimento. Não se consegue alimentar de alegria. Acha-a indigesta.
Quando o sofrimento nos domina, faz com que desejemos ter mais sofrimento. Passamos a ser vítimas ou perpetradores. Queremos infligir sofrimento, ou senti-lo, ou ambos. Na verdade, não há muita diferença entre os dois. É claro que não temos consciência disso e afirmamos que não queremos sofrer. Mas, preste bem atenção e verá que o seu pensamento e o seu comportamento estão programados para continuar com o sofrimento, tanto para você quanto para os outros. Se você estivesse consciente disso, o padrão iria se desfazer, porque desejar mais sofrimento é uma insanidade, e ninguém é insano conscientemente.
O sofrimento, a sombra escura projetada pelo ego, tem medo da luz da nossa consciência. Teme ser descoberto. Sobrevive graças à nossa identificação inconsciente com ele, assim como do medo inconsciente de enfrentarmos o sofrimento que vive dentro de nós. Mas se não o enfrentarmos, se não direcionarmos a luz da nossa consciência sobre o sofrimento, seremos forçados a revivê-lo. O sofrimento pode nos parecer um monstro perigoso, mas eu lhe garanto que se trata de um fantasma frági1. Ele não pode prevalecer sobre o poder da nossa presença.
Alguns ensinamentos espirituais dizem que todo sofrimento é, em última análise, uma i1usão, e isso é verdade. A questão é se isso é uma verdade para você. Acreditar simplesmente não transforma nada em verdade. Você quer sofrer para o resto da vida e permanecer dizendo que é uma ilusão? Será que essa atitude livra você do sofrimento? O que nos interessa aqui é o que podemos fazer para vivenciar essa verdade, ou seja, torná-la real em nossas vidas.
Portanto, o sofrimento não quer que nós o observemos diretamente e vejamos o que ele realmente é. No momento em que o observamos, sentimos seu campo energético dentro de nós e desfazemos nossa identificação com ele, surge uma nova dimensão da consciência. Chamo a isso presença. Passamos a ser testemunhas ou observadores do sofrimento. Isso significa que ele não pode mais nos usar, fingindo ser nosso eu interior. Então, não temos mais como realimentá-lo. Aqui está nossa mais profunda força interior, Acabamos de acessar o poder do Agora.

Do livro de Eckhart Tolle "O poder do Agora"



Metafísica



A COR CERTA PARA CADA MOMENTO - PARTE I


As cores são personagens constantes da vida. Perceba, neste momento, quantas cores estão ao seu redor.
A natureza manifesta, em sua infinita beleza, nuances multicolores com perfeição. A Força Criadora não somente concebeu cada ser, como também lhe concedeu cores, simbolizando, talvez, a sua estrutura interior. Temos as cores presentes nos alimentos, em nossos pertences, em nossas casas, enfim, tudo é cor. Dessa maneira, a cor é um estímulo a elementos internos: sentimentos, sensações, emoções.
Perceba as sensações que as cores geram em você de acordo com a situação. Por exemplo, quando pensamos em paixão não nos lembramos do vermelho? Mas, o vermelho não é só isso; existem muitas outras sensações que podem ser despertadas por essa cor. O que ocorre é que, muitas vezes, criamos “preconceitos” em torno de certas cores, especialmente do vermelho, que é tido como uma cor vulgar. Isso porque confundimos sensualidade com sexualidade.
Todas as cores são positivas e devem ser usadas de maneira consciente, como um meio de alcançar o bem-estar e o equilíbrio. A “consciência cromoterápica” é o resultado de um treinamento de percepção acerca de suas sensações ou seu estado de ânimo (ânimus = alma). Escolher as cores da vestimenta que lhe favorecem, ou a cor da parede de seu escritório, ou de seu quarto, enfim, é usar as cores com inteligência.
Através do desenvolvimento dessa consciência, nos harmonizamos, criamos uma atmosfera propícia, alteramos nosso humor e nosso estado energético. Se você estiver precisando de coragem ou energia, algumas cores serão muito positivas, enquanto outras poderão deixá-lo ainda mais desanimado. Se estiver triste e melancólico, algumas cores também deverão ser evitadas.
Por isso, preste bastante atenção à descrição de cada cor e comece por escolher não somente a roupa certa para cada ocasião, mas, principalmente, a cor certa mais adequada a cada momento.

VERMELHO: favorece a motivação, a vitalidade, ânimo, potencial de realização, sedução, estar em evidência, poder sobre a matéria. Deve ser evitado por pessoas muito nervosas, ansiosas, eufóricas e hipertensas.

LARANJA: coragem, ímpeto para superar obstáculos, destemor, ativa os recursos internos para enfrentar situações difíceis. Audácia, articulação, estratégia.

AMARELO: afasta a tristeza, a melancolia, o desgosto, traz vitalidade, auxilia os convalescentes, promove a alegria, o bem-estar, a jovialidade energética, traz leveza e suavidade, afasta as preocupações.

VERDE: afasta a tendência a exageros, é a cor do equilíbrio, da ponderação, da serenidade, do meio termo, da flexibilidade, do bom senso. É extremamente relaxante.

AZUL: se estiver se sentindo sem forças para acreditar num amanhã melhor, essa cor poderá lhe trazer a confiança em si mesmo e a certeza de que todas as coisas caminham para o bem. É a cor da calma, da profundidade, da tranqüilidade e da sensibilidade. Ótima para quando você estiver nervoso, desacreditando de si ou crítico demais. Evite o azul quando estiver melancólico ou depressivo.

ÍNDIGO: para quando a rotina estiver lhe sufocando, nas situações em que precise ampliar sua consciência dos fatos. É uma cor que amplia a consciência.

VIOLETA: vence a submissão, o sentimento de inferioridade, o excessivo apego à matéria, as preocupações exageradas, auxilia na expansão da consciência espiritual, proporciona paz e elevação.

É importante que você escolha cores que sejam opostas a um estado negativo pelo qual esteja passando. Esse pode ser um importante recurso de auto-ajuda. Por exemplo, use tons alegres, vivos, como o amarelo e o laranja, quando estiver triste e melancólico. Ou tons de azul ou índigo quando estiver mal humorado, inseguro, eufórico ou ansioso. Ou, ainda, vermelho ou laranja, para aqueles momentos em que se sente sem brilho, sem energia, desmotivado, desvitalizado ou indisposto. Por outro lado, as cores não só provocam sensações em quem as está usando, como também nas pessoas com as quais estiver convivendo.

VERMELHO: é indicado para pessoas desanimadas que precisam enfrentar longas jornadas ou que estejam se sentindo desanimadas. O vermelho coloca as pessoas em evidência, sendo, portanto, uma cor favorável para quando desejamos investir em nossa sensualidade. As pessoas agitadas ou ansiosas devem evitar essa cor.

LARANJA: é indicado para as pessoas que se sentem deprimidas ou desencorajadas, excelente para enfrentar desafios ou situações que lhe tragam a sensação de fragilidade. Contribui para a expressão verbal, corporal e para a criatividade. Desperta a auto-estima, o otimismo e a disposição. Em momentos de tensão ou propensão à discussão, evite esta cor.

AMARELO: favorece a comunicação, desperta a jovialidade, sugere divertimento, diversão, descontração e festividade. Pessoas inseguras não devem usar essa cor, nem aquelas que necessitem transmitir uma imagem de segurança e confiabilidade.

VERDE: favorece o bom senso, o equilíbrio, serenidade aos pensamentos, evita os extremos, controla a impulsividade. Auxilia as pessoas que se encontram estressadas, agitadas, nervosas. Deve ser evitada pelas pessoas que sentem insegurança.

AZUL: propicia calma e serenidade, alivia as tensões e preocupações, traz serenidade nos casos de desgaste emocional. O azul favorece a aproximação entre as pessoas e faz com que se sintam à vontade. O azul escuro deve ser evitado por pessoas com tendências depressivas.

VIOLETA: alivia as preocupações, as repetições mentais, indicado para as funções de liderança e para a tomada de decisões, além de favorecer a tomada do controle das situações. Deve ser evitada em ocasiões festivas ou descontraídas.

MARROM: firmeza, segurança, maturidade, responsabilidade, solidez, favorece a objetividade. Excelente para os negócios, devendo ser evitada nas situações românticas.

BRANCO: serenidade, paz, purificação, sentimentos de pureza, transparência, harmonia. Ideal para circular em ambientes turbulentos.

PRETO: elegância, sobriedade, imponência, respeito; cria uma barreira entre as pessoas, induz ao isolamento, isola energeticamente. Dessa forma, se você está bem e deseja se proteger em meio a um local “carregado”, essa é uma boa cor. Mas, se você não está bem, usar essa cor pode mantê-lo ainda mais fechado em seu mundo de tristezas e isolamento.

Viva mais feliz com todas as cores em você!!!


Adely Branco





Florais de Bach

Como já comentamos em edições anteriores, os Florais de Bach, assim como as demais terapias complementares, não substituem o tratamento médico.
→ Consulte um Terapeuta Floral!
GRUPO DO MEDO (continuação)

CHERRY PLUM – Prunus cerasifera

Relaciona-se com o princípio da equilíbrio e da serenidade. No estado negativo, fazem-se esforços desesperados para suprimir um processo de crescimento espiritual e mental.
O estado negativo de Cherry Plum é extremo; sua percepção pode ocorrer num nível plenamente consciente ou num nível semiconsciente. As pessoas cônscias do estado extremos desse estado podem dizer: “Estou prestes a explodir...”, “Tenho medo de perder a cabeça”.
No estado negativo de Cherry Plum, as pessoas têm o medo de estarem caminhando para um colapso, perdendo o domínio de si mesmo ou até da mente. Os nervos estão no limite, existe o medo de fazermos uma coisa terrível a qualquer momento, forças destrutivas nascem dentro de nós e sentimos que já não poderão ser controladas.
No estado extremo existe um perigo real de suicídio.
Do ponto de vista psicológico, esse estado negativo é causado pelo medo de perder o domínio interior. Fazem-se esforços para impedir que surjam do inconsciente imagens com as quais talvez sejamos incapazes de lidar.
Os ensinamentos esotéricos falam da possibilidade de aparecerem elementos cármicos negativos, ou obsessores, em virtude do mau uso que se fez dos dons em outras formas de existência, ou em virtude dos sentimentos negativos que manifestamos e que possibilitam por intermédio da Lei da Sintonia que formas negativas de energia permaneçam junto a nós.
Pensamentos de suicídio e imagens destrutivas formam o estado negativo de Cherry Plum.
A personalidade se afasta da orientação do EU Superior, tornando-se, portanto, incapaz de fazer frente às forças mais poderosas que sente surgirem dentro dela. Reage com medo.
No estado positivo de Cherry Plum é possível entrar profundamente no inconsciente e compreender as percepções intuitivas ganhas ali em termos de realidade. Somos capazes de manejar grandes forças com calma, fazendo grandes progressos interiores.
Na prática Cherry Plum é escolhido logo no início do tratamento. Isso revela o medo fundamental da personalidade de abrir-se para o processo de desenvolvimento. O estado negativo nem sempre é fácil de diagnosticar pelas aparências externas.
Bastante indicado também as pessoas que se encontram envolvidas em algum treinamento de prática espiritual, a fim de que essas, possam entregar-se mais ao processo, melhorando a vibração pessoal e dissolvendo bloqueios emocionais que criavam obstáculos.
Estados mais extremos de Cherry Plum são notados pelos olhos esbugalhados, que olham fixamente e pestanejam menos que o normal. Ajuda a pessoas tentadas ao suicídio; aqui, o terapeuta precisa se certificar de que a pessoa está fazendo um acompanhamento médico. Auxilia crianças que não controlam a urina durante a noite.
Tem proporcionado apoio na reabilitação de viciados em drogas.
Cherry Plum resume-se ao medo dos próprios conflitos subconscientes que são guardados no intimo tanto quanto possível.


SINTOMAS-CHAVE

Medo de desfazer-se por dentro, medo de perder a cabeça, o controle, explosões descontroladas de mau gênio.


SINTOMAS DEVIDOS AO BLOQUEIO DE ENERGIA

· Sente que já não é capaz de controlar seu interior
· Desesperado, colapso nervoso iminente
· Receia poder fazer algo terrível contra a própria vontade
· Contrariando sua disposição normal, impulsos brutais aparecem, medo de estar ficando louco, idéias compulsivas, ilusões.
· Brinca com a idéia de por-lhe um fim.
· Explosões súbitas e não controladas de raiva, tanto em crianças quanto em adultos.
· Pais que se preocupam com a possibilidade de acabarem por usar de violência contra os filhos.
· Obsessivos conflitos íntimos.
· Estado mental extremamente conflitante e confuso.


A CRIANÇA CHERRY PLUM

Quando contrariada, descontrola-se facilmente, joga-se no chão, bate a cabeça, bate portas, atira objetos longe.


QUALIDADES QUE A ESSÊNCIA VAI DESENVOLVER

Ajuda a pessoa a encontrar a paz e a sanidade mental, restaurando assim, a calma e a razão. Dá uma visão clara do problema. Coragem, força, espontaneidade. Capacidade de penetrar profundamente no subconsciente e integrar em suas vidas as percepções intuitivas.


SUA DESCOBERTA

Em março de 1.935, Dr. Bach estava em um conflito porque sentia que precisava iniciar uma nova fase em seu trabalho. Com Cherry Plum teve a visão clara da segunda etapa do seu trabalho e desenvolveu o Método de Fervura.
Durante alguns dias teve terríveis dores de cabeça provocadas pela sinusite. A dor era tão intensa que ele se desesperava, como se fosse perder a razão. Ele sabia que estava muito perto de descobrir o remédio para esse seu estado mental, e começou a andar pelos campos e estradas em busca dele.
Então numa cerca encontrou as flores brancas de Cherry Plum, preparou-as com o Método da Fervura, tomando algumas gotas do remédio.
Quase que imediatamente sua agonia mental cessou e, com ela, a dor.

FLORAÇÃO: fevereiro a abril
PREPARAÇÃO: Método de Fervura


“Devemos praticar firmemente a paz, imaginando nossa mente como um lago sempre calmo, sem agitações, sem mesmo ondulações para perturbar sua tranqüilidade e, aos poucos, desenvolver esse estado de paz até que nenhum acontecimento da vida, nenhuma circunstância, nenhuma outra personalidade seja capaz, sob qualquer condição, de encrespar a superfície do lago ou de despertar em nós sentimentos de irritabilidade, depressão ou dúvida.” (Dr. Bach)






Osho: um mestre em auto-ajuda

“Quando tiver um pequeno vislumbre de que é você quem cria seu próprio sofrimento, será muito difícil continuar a criá-lo. É fácil viver em sofrimento quando você ‘sabe’ que são os outros que o provocam. O que pode fazer? Você é impotente... É por isso que continuamos jogando as responsabilidades nas costas dos outros.”
“A mente comum sempre joga as responsabilidades nos outros. É sempre o outro quem faz você sofrer. Sua mulher, seu marido, seus pais ou seus filhos estão fazendo você sofrer. Ou a estrutura financeira da sociedade, o capitalismo, o comunismo, o fascismo, a ideologia política predominante, a estrutura social... Ou o destino, o carma, Deus... Você dá o nome que quiser.
As pessoas têm milhões de maneiras de se esquivar da responsabilidade. Mas, no momento em que diz que outra pessoa o está fazendo sofrer, você não pode fazer nada para mudar a situação. Desculpas, desculpas e mais desculpas só impedem uma única constatação: a de que "eu sou responsável por mim mesmo".
Ninguém mais é responsável por mim. Isso é uma responsabilidade absolutamente minha. Seja eu quem for, sou a minha própria criação.”
“Qual é a minha definição de certo? Aquilo que está em harmonia com a existência é certo e aquilo que está em desarmonia com a existência é errado. Você precisa estar o tempo todo muito alerta, porque isso terá que ser decidido a cada instante. Não pode depender de respostas prontas para saber se algo está certo ou errado.”
“A vida deve ser cercada de amor, não de medo. É o medo que cria a raiva. É o medo que acaba criando a violência. Você já observou?
O medo é só uma forma feminina de raiva e a raiva é uma forma masculina de medo. O medo é uma forma passiva de raiva e a raiva é uma forma ativa de medo. Por isso você pode passar do medo para a raiva com muita facilidade, assim como da raiva para o medo facilmente.
Às vezes, as pessoas me procuram e dizem: "Estamos sentindo muito medo." Eu digo a elas: "Vá e soque um travesseiro, fique furioso com ele."
Elas perguntam: "O que vai acontecer?" Eu respondo: "Simplesmente tente!" E é uma revelação para elas. Quando socam o travesseiro com raiva de verdade, imediatamente o medo desaparece, porque a mesma energia se transforma e fica ativa. Ela estava inativa, então era medo.
O medo é a causa básica do ódio, da raiva, da violência.”

“A existência é abundante — milhões e milhões de flores, milhões de pássaros, milhões de animais... Tudo em abundância. A natureza não é ascética, ela está dançando por aí — no vento passando pelos pinheiros, nos pássaros... Para quê milhões de galáxias, cada uma delas com milhões de estrelas? Parece não haver necessidade, exceto pelo fato de que a abundância é a própria natureza da existência; essa riqueza é seu próprio cerne. A existência não acredita em pobreza.”

“Os búfalos não se organizam para revolucionar o mundo, para transformar os búfalos em superbúfalos, para tornar os búfalos religiosos, virtuosos. Nenhum animal está absolutamente preocupado com as idéias humanas. E eles devem estar todos rindo: "O que aconteceu com vocês? Por que não podem ser simplesmente o que são? Por que precisam ser diferentes?"

Trechos do livro : “Faça seu coração vibrar” Osho



Dicas


CONSELHOS PARA UMA EXISTÊNCIA PLENA E FELIZ
(continuação - Parte 2)

23- Não tenha vergonha de chorar quando sentir vontade.
É muito importante expulsar o sentimento de tristeza e de dor através do choro, e não retê-los dentro de você.
Quando você sentir vontade de chorar, tire um tempo para ficar a sós, ou com um amigo próximo. Abra seu coração a si mesmo ou a seu amigo, e conte tudo o que lhe incomoda, chore se preciso for.
É uma pena que a maioria de nós já se esqueceu desta inteligência que é tão natural às crianças.
Volte a ser criança.

24- Não culpe aos outros e nem a si mesmo.
Cada um faz o melhor que sabe, de acordo com sua capacidade e seu nível de conhecimento.
Você sempre fez o melhor que soube para aquele determinado tempo.

25- Veja as coisas de forma positiva, fale positivamente com os outros e consigo mesmo.
A fala é uma força muito poderosa. Tente falar na forma positiva, de maneira agradável, sem provocar, criticar, acusar ou humilhar.

26- Não tenha vergonha de rezar se você sentir necessidade.
A fé em Deus ou em uma força superior, seja qual for o seu nome, encontra-se profundamente dentro de nós e pode servir como enorme fonte de força, de esperança, de alimento para a alma, e de real ajuda na vida cotidiana.
Não pense que você precisa ser religioso para crer. Ninguém tem a chave de Deus. Ele lhe pertence assim como pertence ao Papa ou ao Grão-Rabino.
Não rejeite Deus que se encontra em seu coração, apenas porque você não crê no Deus das instruções religiosas.
Desenvolva ao máximo a ligação intima com Deus que se encontra em você.

27- Todas as disputas são superficiais.
Tente sempre trocar a competição e a rivalidade pela cooperação.
Ambos os lados podem ganhar muito mais quando aprendem a trabalhar em conjunto, ao invés de perturbarem um ao outro.
Lembre-se que a abundância é infinita e é sempre possível encontrar novas e originais soluções que trarão a ambas as partes, abundância inesperada.
A lei da selva serve para os animais, não para pessoas com as faculdades de pensamento e de criação. Na realidade, até na selva existe mais cooperação do que se pensa.

28- A música e a dança podem ligá-lo à alegria e à criatividade.
Encontre tempo para dançar um pouco, todos os dias.
Você não precisa saber dança, deixe a música fluir dentro de você e guiá-lo.
Dance de maneira a liberar a energia existente em você. Deixe esta energia despertar e fluir. É sensacional!!!

29- Não encare sua necessidade de beleza com algo dispensável, mas sim, como uma necessidade básica.
Preocupe-se em que tudo à sua volta seja bonito e agradável, organizado e limpo. O ambiente externo influencia muito o seu interior e ao mesmo tempo o reflete.

30- Não se compare com os outros.
Comparece-se somente com a pessoa que você era antes, com o constante desafio de melhorar.
Todo ser humano é único e não deve ser comparado a nenhum outro. Cada ser humano tem diferentes capacidades e diferentes condições de crescimento e de desenvolvimento. Cada ser é um fenômeno único e cada um deve ser fiel somente a si próprio.
Se hoje é uma pessoa melhor do que era ontem, você está no caminho certo e está fazendo a sua parte. Isto é o suficiente.
Se alguém se sair melhor que você sinta-se feliz por ele. Não tenha inveja e, sim, receba dele inspiração para o seu próprio sucesso.

31- Seja inteiramente responsável por seus atos.
Pese cuidadosamente as obrigações que assume, pois você pagará exatamente o preço devido.
Não prometa nada que você não queira cumprir ou que não possa fazê-lo. Assim você não quebrará a confiabilidade que os outros têm em você e na sua capacidade pessoal.

32- Quanto mais você se ligar à sua alegria interior – que é a qualidade natural da alma – menos dependente você será da alegria e do prazer exterior.
Procure o prazer por meio da reflexão, da meditação e da observação interior.
Libertação – Liberdade total de toda dependência exterior, alegria de viver que vem da fonte de luz interior.
Este é o principal objetivo de todas as religiões e de todos os caminhos espirituais, em todos os tempos. Não despreze este ensinamento, mesmo que a princípio você não absorva totalmente o seu significado.

33- A força da auto-sugestão é muito poderosa.
Quando se hipnotiza um levantador de peso profissional e lhe diz que ele é tão fraco ao ponto de não conseguir levantar sua mão, ele realmente não conseguirá fazê-lo. Quando se hipnotiza uma pessoa fraca e lhe diz que ela pode levantar peso, sua força crescerá impressionantemente.
Aquilo em que nós acreditamos se transforma na nossa realidade. Essa é a chave da enorme força que possuímos.
Você deve se libertar da sua “hipnose” negativa através de uma reprogramação de suas crenças básicas, em relação a você e em relação à realidade.

34- Quando você quer convencer o seu subconsciente de algo, você pode fazê-lo por meio da argumentação.
Fale consigo, do mesmo modo que você falaria com outra pessoa a qual você quer persuadir. Não convença pela força, senão pela força dos fatos.
Deixe vir à tona a resistência que existe em você e expresse-a abertamente. Tente achar razões convincentes, até você sentir que conseguiu quebrar a resistência, não a retenha.
Não reprima a resistência, tente entendê-la de maneira que você se satisfaça! Este é um importante exercício para criar a síntese e a harmonia entre as diferentes partes existentes em você.

35- Escreva em uma caderneta todas as perguntas para quais você ainda não encontrou respostas aceitáveis.
Transmita sua pergunta ao espaço ou à sabedoria cósmica. Em seguida, esqueça-se delas e não se preocupe mais de maneira consciente. A resposta virá rapidamente de uma direção inesperada.
Quando a resposta chegar escreva-a ao lado da pergunta. Verifique que a resposta lhe seja satisfatória.
Se não, refaça a pergunta.
Às vezes é necessário dividir uma grande questão em várias pequenas perguntas.



PROFISSIONAL EM DESTAQUE


Urbano Rocha (CRT 41745)
Musicoterapeuta, Psicoterapeuta Holístico, Terapeuta Corporal credenciado e Coach, atuante desde 1981.
É formado em Música pela Universidade Ribeirão Preto com complementação em Psicopedagogia Inclusiva, Psicoterapia Cognitivo-Comportamental. Utiliza como técnicas de trabalho a Musicoterapia, Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, Terapia Floral e Fitoterapia.
Destacou-se na Alemanha, em Nuremberg, onde realizou palestras, workshops, concertos e pesquisas com a Dra. Ulli Haffa Shmidth com a abordagem musicoterápica Nordoff-Robbins • Music Therapy.
Possui larga experiência nas áreas educacional, empresarial, artística e musical há mais de 20 anos.
Musicoterapia Holística é um processo sistêmico de intervenção em que o terapeuta ajuda o “cliente” a promover a saúde utilizando experiências musicais e as relações que se desenvolvem através delas como força dinâmica de mudança.


Técnicas musicoterápicas utilizadas:
Musicoterapia receptiva: o “cliente” responde a uma música reproduzida em CD e esta resposta pode ser verbal ou não. Possui o objetivo de promover a receptividade, evocar respostas corporais, estimular ou relaxar, explorar idéias, sentimentos, lembranças, memória etc.
Musicoterapia ativa:
Recreação: o “cliente” reproduz, interpreta e faz modificações necessárias em uma peça musical já existente, com o objetivo de promover a identificação e empatia com os outros, desenvolver habilidades sensório-motoras e memória e melhorar a atenção e orientação.
Improvisação: tocando ou cantando, o “cliente” faz sua própria música sem necessariamente conhecer a técnica musical com o objetivo de estabelecer um canal de comunicação, formação de identidade, desenvolver capacidades e habilidades, desenvolver a criatividade e a auto-expressão.

Urbano Rocha atende atualmente no: "Consultórios Integrados"
Rua Cel. Oscar Porto, 610 – Bairro Paraíso – São Paulo – SP.
Fone: (11) 3884-2641.






Um momento para mim...


"Você prefere ter razão ou ser feliz?"

Todos temos opiniões sobre quem tem razão e quem está errado, segundo nossa própria forma de entender as coisas; e todos podemos encontrar razões que justifiquem nossa opinião e sentimentos. Desejamos castigar a outra pessoa pelo que nos fez. Somos nós quem ficamos repassando nosso "filme mental", lembrando das cenas difíceis que fazem parte do passado. É tolo querermos castigar alguém por algo que tenha nos feito no passado.
Para libertar e deixar para trás o passado é preciso estar disposto a perdoar, ainda quando não saibamos como fazê-lo. Perdoar significa renunciar a nossos sentimentos dolorosos e deixar que aquilo que os provocou parta. Um estado de mágoa efetivamente destrói algo dentro de nós.
Seja qual for a senda espiritual que você siga, é normal que descubra que o perdão é sempre um assunto importante; especialmente diante de alguma enfermidade. Quando estamos doentes, é preciso que observemos o que nos rodeia e vejamos a necessidade de perdoar.
Geralmente, aquela pessoa que pensamos que jamais iremos perdoar é a que mais necessitamos perdoar. Não perdoar a uma pessoa não causa a ela o menor dano, porém, em nós, provoca verdadeiros estragos. Afinal, o problema não é dela. O problema é nosso.
O rancor e as feridas que nos doem estão intimamente ligadas ao fato de termos de perdoar a nós mesmos, não a outra pessoa.
Experimente afirmar: "Estou disposto a me libertar do passado. Estou disposto a perdoar a todos aqueles que me fizeram mal e me perdôo por ter prejudicado alguém."
Quando se lembrar de alguém que em algum momento da vida lhe prejudicou, abençoe mentalmente a essa pessoa com amor e liberte-a. Depois, desvie seu pensamento.
Eu não estaria agora aqui se não tivesse perdoado as pessoas que me prejudicaram. Já não desejo mais me castigar pelo que elas me fizeram no passado. Não digo que tenha sido fácil. Mas agora posso olhar para trás e dizer: "Isso é algo que já passou!" Hoje já não me sinto mais vivendo ali.
Se você está se sentindo prejudicado por alguém, lembre-se de que ninguém pode tirar nada que seja seu por direito. Se lhe pertence, voltará para você no momento certo. Se algo não voltar, significa que não era para o seu Bem Maior. Aceite e siga sua vida.
Para ser livre é preciso abandonar o ressentimento "que clama por justiça" e superar os sentimentos de auto-compaixão.
Quando sofre um ataque de auto-compaixão, você se torna uma pessoa desamparada que não tem nenhum poder. Para ter poder é preciso estar com os pés apoiados no chão e assumir a responsabilidade.
Reserve um momento para si, feche seus olhos e imagine um lindo riacho passando bem perto de você. Imagine-se pegando a velha experiência dolorosa, a ferida, o fato a ser perdoado e jogue-os no riacho. Observe-os até que desçam rio abaixo, até que se dissipem e desapareçam por completo. Faça isso o máximo de vezes que puder.
É chegado o momento da compaixão e da cura. Entre em seu interior e comunique-se com a sua Parte que sabe curar. Ela é incrivelmente competente.
Esteja disposto a avançar para novos planos e descobrirá aptidões das quais nunca foi consciente. Aptidões não só para curar doenças, como também para curar a si mesmo em todos os aspectos possíveis. Você poderá tornar-se íntegro no sentido mais profundo da palavra e aceitará cada parte de si mesmo e cada experiência que viveu, entendendo que tudo formou a trama da vida que o trouxe até esse ponto em que se encontra.
Gosto de um livro de Emmanuel, em que há essa linda mensagem:
“- Como se pode experimentar situações dolorosas, sem sofrer por elas”? -perguntaram a Emmanuel.
“- Entendendo que são ensinamentos e não castigos. Confiem na vida, meus amigos. Por pior que lhes pareça, essa viagem é necessária. Vocês estão cruzando um amplo terreno de experiências, com a finalidade de descobrir a verdade acerca de si mesmos. Então, estarão prontos para voltarem ao lar, ao Eu Espiritual, renovados e mais sábios.”
Que bom seria se pudéssemos sempre compreender que todos os nossos problemas são somente oportunidades para que possamos crescer e mudar, e que a maioria deles provem das vibrações que emitimos. A única coisa que precisamos fazer é mudar nossa forma de pensar e estar disposto a dissolver o rancor e perdoar.


Espaço do leitor


Meu nome é Sheila, tenho 31 anos e sou administradora de empresas.

Sempre fui uma pessoa muito voltada para os outros, sempre esperando um carinho, um abraço, um reconhecimento.

Desde pequena me sentia rejeitada pela minha mãe, situação que perdurou por anos; o meu pai foi ausente e eu fui crescendo assim.

Sempre trabalhei muito, estudei bastante e, mesmo com todo o distanciamento de minha mãe, sempre fiz de tudo para agradá-la. Com o decorrer do tempo, essa situação passou a se repetir em todos os meus relacionamentos, o que só me acarretou decepções.

Fui vivendo assim, sem luz, sem alegrias e sem a menor perspectiva de mudança, mas no fundo algo me dizia "não desista, não desista, você vai se encontrar". Ia sempre a tarólogas, astrólogas, conheci diversas religiões, fui a palestras, cursos, li muitas revistas, livros e mais livros, mas nada disso satisfazia o meu coração.

Eu já estava bem cansada de buscar a paz e não encontrá-la, até que, em março passado, acessei a página do “Somos Todos Um”, encontrei o Aconselhamento Metafísico e resolvi começar o “Curso Espelho”.

Foi como se uma onda gigantesca tivesse passado por mim, como se eu estivesse nua no meio do deserto, numa outra dimensão; uma avalanche de novas idéias, informações e conceitos invadiu o meu ser. Naquele momento, senti que eu finalmente estava nascendo, surgindo para a vida e, desde então, tudo a minha volta é Luz!

Dei inicio ao processo terapêutico e, em três meses, a minha vida deu um giro: saí de um estado depressivo, de angústia e tristezas e embarquei no maravilhoso "Mundo da Alma”; foi como se eu estivesse aprendendo o BE-A-BA da vida, das emoções, do amor.

Quanto mais amor eu me dava, mas o Universo me recompensava; voltei a estudar e hoje faço uma segunda graduação em Matemática, conquistei amigos maravilhosos, comprei um apartamento e encontrei o meu marido. Hoje não existe mais em mim a necessidade de agradar ao outro esperando esmolas; hoje, eu agrado a mim e recebo todas as bênções do Universo.

Do fundo do meu coração, eu digo que minha vida é doce e sou feliz, muito feliz pelo dia de hoje.



Astrologia



A ALMA E OS PLANOS DE VIAGEM


A astrologia é uma arte milenar de autoconhecimento.
Extremamente rica em sua simbologia e interpretação, revela quem verdadeiramente somos em todos os níveis: consciente e inconsciente.
E quem verdadeiramente somos?
Somos seres eternos em busca de evolução, aprendizado e consciência.
Quando falamos em aprendizado aplicado aos anseios da alma, estamos nos referindo ao desenvolvimento das nossas habilidades emocionais, ou seja, ao desenvolvimento da consciência ao lidarmos com os nossos sentimentos, pensamentos e emoções.
Isso significa o despertar do estado de inconsciência, com o qual, geralmente, damos asas aos nossos padrões de pensamentos, reagimos, nos defendemos, resistimos e perpetuamos nossos vícios e escolhas.
O processo de autoconhecimento consiste em lançar um olhar cuidadoso a esse material inconsciente (características que não conseguimos perceber).
E sabemos o quanto é difícil perceber os nossos próprios desequilíbrios (“defeitos”). Na maioria das vezes, acabamos tendo de reconhecê-los através dos conflitos e desafios que se repetem em nossas vidas.
O mapa astral, como o termo indica, revela o acordo de evolução traçado pela alma antes do nascimento; é um “plano de viagem” indicando as facilidades e desafios que encontraremos ao longo do caminho (vida).
As facilidades representam aspectos em equilíbrio da nossa individualidade, reações, padrões de pensamento e comportamento, conscientes e positivos, geradores das situações fáceis e agradáveis que experimentamos.
São aquelas áreas da vida com as quais você lida com facilidade, que se desenrolam por si, como se os “caminhos fossem abertos”.
Na verdade, o que ocorre é que, nessas áreas, seu nível de consciência e seus padrões de pensamentos e crenças são mais evoluídos.
Da mesma forma, os “desafios”, representados no mapa astral por aspectos e posições zodiacais e planetárias difíceis (como oposições e quadraturas, por exemplo), são potencialidades que precisam de treinamento (experiências) e desenvolvimento (consciência).
Nesse caso, quando não há autoconhecimento, essas situações são experimentadas como conflitos, sofrimento e dor, uma vez que é extremamente difícil para a própria pessoa reconhecer seus padrões negativos de comportamento e pensamento, geradores de tais situações.
A astrologia fornece informações claras e precisas acerca dos nossos padrões de comportamentos e crenças, bem como nos mostra tudo o que percebemos com facilidade e aquilo que nos é inconsciente.
E ao contrário do que crê a cultura popular, não temos um único signo.
Somos a junção dos 12, cada um ocupando uma área da nossa vida. Para que isso fique mais claro, basta notar que agimos com naturezas diferentes em cada setor da vida. Agimos e nos sentimos de uma maneira no lar, em relação à família, de outra maneira na vida profissional, de outra, ainda, com os amigos etc.
Evidentemente, o signo ocupado pelo Sol representa um importante compromisso de evolução, e o equilíbrio de suas características é fundamental.
O “Caminho Sol” em nosso mapa é o máximo em termos de auto-expressão que a alma deseja alcançar.
Existem ainda os planetas e os “nodos lunares”. Os planetas nos mostram, de acordo com a casa/signo que ocupam, a maneira como sentimos, reagimos, pensamos, desejamos; retratam o nosso mundo emocional e as nossas habilidades psíquicas e sensitivas.
Os nodos, por sua vez, representam os portais da alma, ou seja, trazem indícios de hábitos e vícios emocionais dos quais a alma deseja se livrar, bem como a direção que deseja seguir.
Numa visão kármica, isso significa que o Nodo Sul representa os vícios emocionais adquiridos numa existência anterior, e o Nodo Norte, a preparação, o desenvolvimento necessário e preparatório para a próxima vida.
Assim, através do estudo dos nodos lunares (“Cabeça e Cauda do Dragão”) em seu mapa, você perceberá que as características representadas pelo signo em que o Nodo Sul se encontra são justamente aquelas mais difíceis de serem reconhecidas e transformadas. Características que, na maioria das vezes, ocultamos da consciência (escondemos de nós mesmos).
Da mesma maneira, perceberá que as características representadas pelo Nodo Norte são aquelas que você mais admira ou deseja desenvolver, como um impulso natural vindo do íntimo.
Nos símbolos de seu mapa astral, se encontram as respostas às suas antigas e íntimas questões.
Sucesso e Paz a todos!
Adely Branco








Agradecimentos a:

Elaine Pitta Alves (carinhosa revisão e edição)
Urbano Rocha (colaborador)
E a todos que compartilham esse material com os amigos!

REVISTA n. 3

Artigo do mês


O ENIGMA DA VERDADE INVERTIDA

Todos os caminhos religiosos falam sobre a importância do amor. O amor ao próximo, o amor ao "exterior". E o que esse amor foi capaz de mudar em nossas vidas, de maneira efetiva e real?Na verdade, esse falso amor, acabou sendo a arma nas mãos dos poderosos que julgavam ser mais fácil subjugar "vítimas", fiéis temerosos, aguardando a qualquer instante a chegada da "punição" provinda de um Deus Cruel e Punidor, caso não seguissem os "mandamentos" sagrados. Foi tão fácil controlar bárbaros e transformá-los em "sérios pais de família civilizados".Depois de tanto tempo passado, depois de tantas pessoas terem pago o preço pela liberdade que temos hoje, devemos ter a coragem de questionar certos "padrões culturais" que temos guardados no mais profundo do nosso Ser. Quando rompemos com as "regras" que não nos servem mais, devemos assumir a total responsabilidade por nossas escolhas, por nossos atos, por nossos pensamentos, sabendo que eles são os responsáveis por todas as situações que viermos a viver, mas com isso, readquirimos o que é nosso por direito: o "livre-arbítrio".Toleramos uma situação insuportável porque compreendemos o que ela quer nos ensinar ou porque tememos o "karma" ou um "castigo divino"; ou porque não temos confiança em nós mesmos para sair da situação? Brigamos e dizemos as mesmas coisas para o nosso chefe, como dizemos para algum familiar? Fazemos caridade porque sentimos prazer em fazer ou porque com isso aliviamos nosso "karma" ou agradamos a Deus? Nos ensinaram os atos, mas não nos ensinaram o caminho aos sentimentos correspondentes. E real e imortal, é o que sentimos.Quando abandonarmos esse corpo físico estaremos diante de nosso "mundo interior" e seremos beneficiados pelo bom uso que aprendemos a fazer dos nossos potenciais. Se aprendemos a lidar com a nossa natureza e se tivermos um mundo íntimo repleto de Amor e Paz, certamente, assim será o mundo em que habitaremos e as pessoas que nos cercarão.Se, opostamente, em nosso interior só houver repressão, medo, ódio, conflito, ansiedade, vaidade, orgulho e arrogância, em que tipo de "mundo" viveremos? E que tipo de pessoas nos serão semelhantes?
Só podemos ter controle sobre nós mesmos; o resto, o mundo, as pessoas, são "atores" e "cenários", dividindo conosco cenas da vida.Não temos nem poder, nem controle, sobre nada fora de nós e todas as vezes em que tentamos fazer isso, a Vida nos lembra, através de alguma situação, que só temos o poder de mudar o nosso interior; o externo não nos pertence e, portanto, devemos ter respeito com os "cenários" alheios, porque cada um está, exatamente na melhor situação de onde pode extrair o conhecimento e o crescimento que tanto necessita.O homem é resistente, o sofrimento não muda ninguém, mas, o cansaço, o desgaste, pode mudar uma vida inteira .
Sinto que existem muito mais possibilidades de "Deus" ser algo interno, ou seja, em nós, através de nós, através da Natureza, do Universo, uma integração de tudo e de todos, do que Algo lá em cima, sentado numa "poltrona", julgando todo mundo e condenando ao castigo os desobedientes. Não nos dá a impressão, dessa imagem de Deus se referir a um homem, tal o arquétipo do pai severo?Para mim, Ele ou Ela, é Amor, Apoio, Consolo, Força, Bondade, Paz, porque se Ele(a) fosse tão severo e cruel como nos foi pregado, certamente já nem estaríamos mais aqui, e tudo já teria desaparecido.Acredito que nos foram ensinadas "normas de boa conduta" mas, não nos permitiram conhecer a essência e a natureza dessas questões. Simplesmente as cumprimos, mas interiormente "fervemos" e engolimos. E isso traz resultados desastrosos, sempre!!!Dessa forma, creio que não podemos dar o que não temos, não podemos ensinar, nem transmitir algo que ainda não aprendemos. Como podemos amar verdadeiramente as pessoas se não aprendemos a nos amar?Quando aprendemos a nos amar criamos esse sentimento dentro de nós e, então, podemos dividi-lo de maneira natural. Nesse estágio compreendemos que as Fontes da Natureza são infinitas e inesgotáveis, portanto, quanto mais damos mais o Universo nos dá de volta.Portanto, todo o poder que se atribui ao Amor, em seu sentido mais amplo da palavra, é real.
O Amor é absolutamente a Fonte de Vida e da Paz mas, devemos primeiro direcioná-los a nós mesmos, para que daí, então, o tenhamos para dar aos que cruzarem nossos caminhos. E isso, será alegria e não sacrifício.Portanto, a verdade é mesmo verdade, porém, estava invertida. Um enigma esperando ser desvendado.
( Adely Branco )




Autoconhecimento


“Um homem tem muitas peles, cobrindo as profundezas de seu coração. O homem conhece muitas, muitas coisas, mas não conhece a si mesmo. Ora, trinta ou quarenta peles ou couros, como de boi ou urso, muito espessas e duras, cobrem a alma. Entre no seu próprio território e aprenda a conhecer-se lá.” Meister Eckhart

“ É com freqüência trágico ver o quão evidentemente um homem estraga a própria vida e a vida dos outros e, ainda assim, permanece totalmente incapaz de ver que toda a tragédia tem origem nele mesmo e como ele continuamente a alimenta a mantém em curso. Não conscientemente, é claro- pois conscientemente ele está engajado em lamentar um mundo pérfido que se perde cada vez mais na distância. Antes é um fator inconsciente que tece as ilusões que vela o mundo” Carl G. Jung


Bem no fundo do coração de cada ser humano existe o anseio por felicidade. Mas o que é felicidade? Se você perguntar a pessoas diferentes receberá respostas diferentes.
Os espiritualmente imaturos, após pensar por algum tempo, dirão, talvez, que se obtivessem esta ou aquela satisfação ou tivessem uma preocupação eliminada, seriam felizes. Em outras palavras significa que certos desejos seriam satisfeitos.
Mesmo que esses desejos se tornassem realidade, porém, tais pessoas não seriam felizes. Elas ainda sentiriam lá no fundo uma certa inquietude. Por que? Porque a felicidade não depende de circunstâncias exteriores ou de outras pessoas, não importa quão convencida esteja a pessoa espiritualmente imatura dessa verdade.
A pessoa espiritualmente madura sabe disso. Sabe que ela mesma é a única responsável por sua felicidade ou infelicidade. Ela sabe que é capaz de criar uma vida feliz, primeiro dentro de si mesma, e então, inevitavelmente, também na sua vida exterior. O indivíduo espiritualmente imaturo pensa que a felicidade tem que ser criada primeiro no nível exterior, pois as circunstâncias externas, que não são necessariamente produzidas por ele, devem atender plenamente os seus desejos e, que quando isso for alcançado, a felicidade se seguirá. Os espiritualmente amadurecidos sabem que se dá exatamente o contrário.
Muitas pessoas não querem reconhecer essa verdade. É mais fácil culpar o destino, a injustiça do destino ou das forças superiores, ou ainda as circunstâncias causadas por outras pessoas, do que ser responsável por si mesmo. É mais fácil sentir-se vítima. Dessa forma, não é preciso examinar por vezes muito profundamente e com o máximo de honestidade, o próprio interior.
Ainda assim a grande verdade é: a felicidade está em nossas próprias mãos. Está em seu poder encontrar a felicidade. Você pode perguntar, “o que devo fazer?” Mas vejamos primeiro o que significa felicidade no sentido espiritualmente maduro. Ela significa simplesmente: Deus.
Muitas pessoas, com toda sinceridade, esforçam-se para encontrar Deus. Contudo, caso lhes perguntassem o que exatamente querem dizer com isso, como imaginam que aconteça, seria difícil para elas dar uma resposta significativa. Porém, naturalmente, existe esse desejo de “encontrar a Deus”. Na verdade é um processo bastante concreto, não existindo nada nebuloso, irreal ou ilusório a respeito dele.
Encontrar Deus quer dizer realmente encontrar o Eu Verdadeiro. Se encontra a si mesmo em algum grau, você está em relativa harmonia, percebendo e compreendendo as leis do Universo. Você é capaz de relacionar-se, de amar e de sentir alegria. É realmente responsável por si mesmo. Você tem a integridade e a coragem para ser você mesmo, mesmo ao preço de abrir mão da aprovação dos outros. Tudo isso significa que você encontrou Deus – não importa o nome pelo qual esse processo possa ser designado. Ele também pode ser denominado de retorno da alto-alienação.
O único modo de achar a felicidade é encontrando Deus e ela pode ser achada aqui e agora mesmo. “Como?”, você poderia perguntar. Com freqüência as pessoas imaginam que Deus está muito distante no Universo, e é impossível de se alcançar. Isso está longe de ser verdade. O Universo inteiro está no interior de cada pessoa, cada criatura viva tem uma parte de Deus dentro de si. O único modo de alcançar essa parte Divina lá dentro é pelo caminho íngreme e estreito do alto desenvolvimento. O objetivo é a perfeição. A base para isso é conhecer a si mesmo!
Conhecer a si mesmo é realmente difícil, pois significa encarar muitas características pouco agradáveis. Significa uma busca contínua, infinita: - O que sou eu, o que eu sou? O que significam as minhas reações – e não apenas os meus atos e pensamentos? Será que as minhas ações são apoiadas pelos meus sentimentos, ou será que eu tenho motivos por trás dessas ações que não correspondem ao que eu gosto de acreditar ao meu próprio respeito ou o que eu gosto que as outras pessoas acreditem? Tenho sido honesto comigo mesmo até aqui? Quais são os meus erros?
Embora alguns de vocês possam conhecer suas fraquezas, a maioria das pessoas ignora uma boa parte delas, e isso é um grande obstáculo, mesmo para aqueles que atingiram uma certa altura nesse caminho ascendente. Você não pode superar aquilo que não conhece. Cada defeito não é nada mais e nada a menos do que uma corrente que o prende. Pelo abandono de cada imperfeição você rompe uma cadeia e assim torna-se mais livre e mais próximo da felicidade. A felicidade é o destino de cada indivíduo, mas ela é impossível de obter sem que sejam eliminadas as causas da sua infelicidade, que são os seus defeitos – bem como qualquer tendência que viole uma lei espiritual.
Você pode descobrir o quanto avançou nesse caminho pela revisão de sua vida e dos seus problemas. Você é feliz? O que está faltando na sua vida? Na medida em que a infelicidade exista na sua vida, nessa mesma medida, você não terá preenchido o seu potencial.
Para aqueles que realmente se realizam, haverá um contentamento profundo e cheio de paz, segurança e uma sensação de plenitude. Caso isso esteja faltando na sua vida, você não está no caminho certo ou ainda não alcançou a liberação que necessariamente se experimenta depois que as dificuldades iniciais deste treinamento proposto por esse livro sejam superadas.
Só você saberá a resposta, só você saberá em que ponto se encontra. Ninguém mais pode ou poderia responder essa pergunta para você. Se você estiver no caminho certo, contudo, e tiver aquele profundo sentimento de satisfação e realização e ainda assim existirem problemas exteriores na sua vida, isso não deve desencorajá-lo.
A razão é que a forma externa do conflito interior no qual você está trabalhando agora não pode ser dissolvida tão rapidamente.
Quanto mais você dirige as correntes internas da alma para os canais corretos, mais as formas exteriores correspondentes mudarão, de forma gradual, porém segura. Até que esse processo seja completamente efetuado, o problema externo não poderá dissolver-se automaticamente. A impaciência só pode atrapalhar. Se estiver no caminho certo, você viverá e sentirá a grande realidade do Mundo de Deus na sua vida diária. Ele se tornará tão real senão mais quanto o seu ambiente humano; Não será mais uma teoria, um mero conhecimento intelectual. Você viverá nesse mundo e sentirá o efeito dele em sua vida.

Extraído do livro: “Não temas o mal”- Eva Pierrakos






Eu interior




Continuando a proposta que iniciamos na edição passada, estou apresentando cinco cartas novas do Tarô Zen do Osho.

Peço que não leia o significado das cartas antes de escolher a sua, assim como, caso deseje formular quatro novas perguntas, leia uma mensagem apenas a cada vez.

Respire profundamente, relaxe e fique alguns instantes em silêncio, entrando em contato com seu mundo interior.

Permaneça assim até que se sinta em paz e harmonia. Pergunte ao seu Eu Interior: “ O que devo saber nesse momento?”

Rapidamente sem raciocinar, percorra os olhos pelas cinco palavras e sinta a que mais lhe chama a atenção:



GUIA



ILUSÃO



SETA



CRIAR



LIMITE







1. GUIA
CARTA: ORIENTAÇÃO A figura angelical que aparece nessa carta, com asas coloridas como arco-íris, representa o guia que cada um de nós traz dentro de si. Como acontece com a segunda figura, no plano do fundo, algumas vezes podemos relutar em confiar nesse guia quando ele se manifesta, porque estamos acostumados a receber nossos “sinais” mais do mundo exterior do que de dentro de nós mesmos. A verdade do seu próprio ser mais profundo está tentando mostrar-lhe o caminho a seguir nesse momento, e, quando essa carta aparece, significa que você pode confiar na orientação interior que está lhe sendo dada. Essa orientação vem por meio de sussurros e, algumas vezes, podemos hesitar, sem saber se compreendemos corretamente. As indicações, porém, são claras: seguindo o seu guia interior você se sentirá mais pleno, mais integrado, como se estivesse se movimentando a partir do centro do seu próprio ser. Se você a acompanhar, essa célula de luz o conduzirá exatamente para onde você precisa ir.






2. ILUSÃO
CARTA: PROJEÇÕES O homem e a mulher desta carta estão se olhando; contudo, não são capazes de se enxergar com nitidez. Cada qual está projetando uma imagem que construiu em sua mente, de maneira a encobrir o rosto verdadeiro da pessoa para quem está olhando. Todos nós podemos cair na armadilha de projetar "filmes" de nossa própria autoria sobre as situações e pessoas a nossa volta. Isso acontece quando não estamos plenamente conscientes de nossas expectativas, desejos e julgamentos; em vez de assumir a responsabilidade por tais expectativas, desejos e julgamentos e de reconhecê-los como nossos, tentamos atribuí-los aos outros. Uma projeção pode ser diabólica ou divina, perturbadora ou confortadora, mas continua sendo uma projeção - uma nuvem que nos impede de ver a realidade como ela é. O único modo de escapar disso é entender como funciona o jogo. Quando você der com um julgamento se formando a respeito de outra pessoa, vire-o do avesso: aquilo que você está vendo no outro, na verdade, não pertence a você? A sua visão está límpida ou está obstruída pelo que você quer ver?
















3. SETA
CARTA: INTENSIDADE A figura dessa carta assumiu a forma de uma seta, movendo-se com o foco unidirecionado daquele que sabe precisamente aonde está indo; movimentando-se com tamanha velocidade que quase se transformou em energia pura. Sua intensidade não deve porém ser confundida com a energia obsessiva que faz as pessoas dirigirem seus carros à velocidade máxima indo do ponto A para o ponto B. Esse tipo de intensidade pertence ao mundo horizontal do espaço/tempo. A intensidade representada pelo Cavaleiro do Fogo é pertinente ao mundo vertical do momento instantâneo - um reconhecimento de que agora é o único momento que existe, e de que aqui é o único espaço. Quando você age com a intensidade do Cavaleiro do Fogo, é provável que isso provoque ondulações nas águas à sua volta. Alguns irão sentir-se valorizados e renovados pela sua presença, outros poderão sentir-se ameaçados ou incomodados. As opiniões alheias importam pouco, porém; nada poderá detê-lo nesse momento.


4. CRIAR
CRIATIVIDADE A partir da alquimia de fogo e água na parte de baixo, até a luz divina que entra pela parte de cima, a figura desta carta está literalmente "possuída” pela força criativa. Realmente, a experiência da criatividade é um mergulho misterioso. Técnica, treinamento e conhecimento são apenas instrumentos; o segredo é abandonar-se à energia que alimenta o nascimento de todas as coisas. Essa energia não tem forma nem estrutura e, no entanto, todas as formas e estruturas nascem dela. Pouco importa a forma de expressão particular que a sua criatividade assuma - pode ser a pintura ou o canto, o plantio de um jardim ou a preparação de uma refeição. O importante é estar aberto para aquilo que quer se expressar por seu intermédio. Lembre-se de que não somos donos das nossas criações - elas não nos pertencem. A criatividade verdadeira nasce de uma união com o divino, com o místico, com o incognoscível. Daí ser ela tanto uma alegria para quem cria, quanto uma bênção para os demais. Criatividade é a qualidade que você traz para a atividade que está fazendo. Trata-se de uma atitude, de uma disposição interior - a maneira como você olha para as coisas...Seja o que for que você faça, se você faz com alegria, se o faz com amor, se seu ato de fazer não é meramente econômico, então ele é criativo. Se algo cresce em seu íntimo como conseqüência, se isso lhe traz desenvolvimento, então é espiritual, é criativo, é divino. Ame o que você faz. Assuma uma postura meditativa enquanto você estiver fazendo algo - seja lá o que for.

5. LIMITE

CARTA : ESTRESSE
Quantas pessoas você conhece que, justamente quando estavam totalmente sobrecarregadas, com projetos demais, com muitos sonhos, de repente foram derrubadas por uma gripe, ou levaram um tombo e acabaram de muletas? Esse é exatamente o tipo de "momento inoportuno" que o macaquinho, com o alfinete na mão, está prestes a impor ao "showman" retratado nessa carta! O tipo de esgotamento nervoso representado aqui acontece de vez em quando com qualquer um de nós, mas os perfeccionistas são particularmente vulneráveis a isso. Nós mesmos é que o provocamos, com a idéia de que, sem a nossa participação, nada acontecerá - especialmente do jeito que queremos que aconteça... Bem, o que o faz pensar que você é tão especial? Você acha que o sol não se levantará de manhã, a menos que você programe pessoalmente o despertador? Saia para dar uma volta, compre algumas flores, prepare para si mesmo um macarrão para o jantar - qualquer coisa "sem importância" serve. Trate de colocar-se fora do alcance daquele macaquinho!




Terapia Floral



Como comentamos na edição anterior, os Florais de Bach, assim como todos os tipos de terapias complementares, não substituem o tratamento médico.





Consulte um Terapeuta Floral!









(GRUPO DO MEDO –continuação





ROCK ROSE- Helianthemum nummularium

Relaciona-se com as qualidades da alma ligadas à coragem e à firmeza. É um dos componentes mais importantes do Remédio Rescue ( Floral de Emergência).
Uma personalidade no estado negativo de Rock Rose vive debaixo de uma ameaça crítica, mental e , não raro, física também. São momentos de crise, situações excepcionais, como acidentes, moléstia repentina, desastres naturais, quando o ser humano é impotente para enfrentar a investida das energias elementais. Tudo acontece depressa demais e segue a direção errada. Mundos separam a personalidade do Eu Superior quando ela tímida, se encolhe dentro dos limites mortais, em vez de confiar na orientação da alma, que poderia deixar fluir para ela as energias necessárias ao domínio da situação.
Todos os estados do tipo Rock Rose são dramáticos por dentro, ainda que as circunstâncias externas não sejam tão ameaçadoras assim. A pessoa se encontra num estado de emergência. No nível físico são situações aonde teríamos vontade de chamar o serviço médico, a pessoa estará geralmente fora de si.
Descreveu-se muito bem o estado como “um murro no estômago”, pois a função do plexo solar foi sobrecarregada. Dizem os sensitivos que o chakra do plexo solar fica “aberto”, algumas pessoas sentem isso como um vazio na “boca” do estômago.
A pessoa julga-se desamparada, tem suores, calafrios, a emanação do medo, impregna-lhe a aura.
Essa essência dissolve o medo, convertendo-o em coragem.
Geralmente os casos de Rock Rose, são temporários, provocados por situações externas, porém, há também o tipo autêntico entre adultos, embora nem sempre pareçam tão nervosos externamente. São de constituição nervosa muito delicada e utilizam os poderes defensivos da mente num ritmo acima do normal, razão pela qual seus recursos de energia se exaurem com facilidade.
Revelou-se muitas vezes proveitoso para pessoas viciadas em drogas.


SINTOMAS-CHAVE

Estado agudo de medo, terror, pânico.




SINTOMAS DEVIDO AO BLOQUEIO DE ENERGIA

· Ansiedades repentinas, que aumentam progressivamente em situações físicas ou mentais de emergência.
· Terror, horror, medo puro e simples.
· Fica tomado fisicamente pelo pânico
· Não ouve, não fala, não vê, o coração quase para de bater.
· Pânico por pesadelos
· Pânico por más notícias



A CRIANÇA ROCK ROSE

É aquela que entra facilmente em pânico, quando se machuca ou se vê perdida da mãe. Crianças com pesadelos freqüentes, ou visões assustadoras.


QUALIDADES QUE A ESSÊNCIA VAI DESENVOLVER

Vai resgatar o estado mental de calma, coragem e presença de espírito, com pensamentos de paz, com o pavor colocado nas suas reais dimensões, a pessoa passa a agir esquecendo-se de si mesma.


SUA DESCOBERTA

Em 1.932, Dr. Bach foi chamado para atender uma senhora com hemorragia digestiva, perdendo muito sangue. Dr. Bach foi até ela, colocou a mão em sua testa e lhe disse:
Por que está acontecendo isso? Você logo ficará bem! Descanse e durma.
A hemorragia cessou e ela dormiu. No dia seguinte estava curada.
Ele mobilizou toda a força de vida que aquela mulher tinha dentro de si, fazendo com que ela respondesse para si mesma o porque de tudo aquilo.
Foi para Kent, deparou-se com as flores douradas de Rock Rose silvestre e, guiado pelo seu conhecimento interior, sabia que este seria o remédio para o terror e o pânico.





“Todo medo deve ser banido, nunca deveria existir na mente humana, e só é possível quando perdemos de vista a Divindade. É algo estranho a nós, porque somos filhos do Criador, centelhas da Vida Divina, invencíveis, indestrutíveis e imbatíveis.” Dr. Bach




Osho: um Mestre em auto-ajuda




É importante ter algum tipo de controle sobre a vida?


A melhor forma de perder a vida é ter uma certo controle ante ela. O controle tem sua origem na mente e a vida supera a mente. Os controles são nossa criação, são nossos prejuízos, nossas invenções. A vida não é criada por nós; ao contrário, nós somos apenas ondas no lago da vida.Que tipo de controle pode ter uma onda em relação ao oceano? Que classe de controle pode ter uma folha de grama com relação a Terra, a Lua, ao Sol ou as estrelas? Todos os controles são egoístas, todas os controles são estúpidos.
A vida não é uma filosofia, não é um problema; é um mistério. Você tem que vivê-la, não de acordo a certo de padrão de conduta, não de acordo a um condicionamento, não de acordo com o que te contaram sobre ela. Você tem que começar novamente, desde o zero.
Cada indivíduo deve pensar como se fosse o primeiro na terra; um Adão ou Eva. Então, é possível abrir-se a infinitas possibilidades.
Então você será vulnerável, acessível e quanto mais vulnerável fores, mas acessível, terás maiores possibilidades de vida.
Teus controles funcionam como barreiras; então a vida nunca chega a ti como é, tens que encaixar em tua filosofia, em tua religião, em tua ideologia e nessa mesma adaptação, algo morre. O que tiras dela é um cadáver. Pode parecer vida, porém, não o é.
Isso é o que as pessoas tem estado fazendo através dos séculos. Os hindus vivem de acordo com a atitude hindu, os muçulmanos vivem de acordo com a atitude muçulmana e os comunistas vivem de acordo com a atitude comunista. Porém, recorda uma verdade básica e fundamental: o controle não te permite entrar em contato com a vida tal como é. Distorce, interpreta.
Quando tens um certo controle diante a vida, perdes a mesma. A vida é vasta, nenhum controle pode conte-la; é impossível classificá-la numa certa definição. Se, teu controle pode cobrir um certo aspecto, somente será um aspecto. E a tendência da mente é proclamar seu aspecto como se fosse o todo e no momento em que se pretende que o aspecto seja o todo, é perdido a conexão com a vida. Então, vives rodeado de teu controle numa espécie de cúpula, encapsulado e és infeliz. Então, tuas mal chamadas religiões estarão felizes porque isso é o que elas têm estado dizendo: que a vida é um vale de lágrimas. Buda disse que o nascimento é sofrimento, que a juventude é sofrimento, que a velhice é sofrimento e que a morte é sofrimento; toda a vida não é mais que uma larga, larguíssima tragédia. Se começas com condições, descobriras que Buda estava certo; tu serás a prova.
Porem eu quero dizer-te que a vida não é infelicidade e não estou em absoluto de acordo com Buda. A vida se converte em miséria, mas isso se deve a ti; de outra maneira a vida é um eterno gozo. Porém, para conhecer o gozo eterno terás que viver com o teu coração aberto, com tuas mãos abertas.
Não te aproximes da vida com os punhos cerrados, apertados. Abre tuas mãos.
Entra na vida com imensa inocência. Os controles são astutos; tens decidido de antemão sem haver saboreado, sem haver experimentado, sem haver vivido. Tens chegado a certas conclusões, e obviamente, se estas conclusões já estão em ti, a priori, a vida delas irá confirmando. Não é que a vida as confirme, senão que toda tua mente tratará de encontrar os meios e as formas, os argumentos e os dados que as apóiem.
Ensino-te uma vida sem controle algum. Este é um dos fundamentos de minha experiência. Se realmente queres conhecer o que és, deixa de lado toda filosofia, todos os “ismos”. Caminha então com as mãos abertas e totalmente nu ao sol, para ver o que és.
Pensava-se no passado que nossos sentidos eram portas pelas quais a realidade entrava no mais profundo de nosso ser. Agora, as últimas investigações demonstram outra coisa: nossos sentidos não são portas, também são guardiões. Somente permitem passar dois por cento da informação, e noventa e oito por cento é excluída. Qualquer coisa que vá de contrário a tua idéia de vida são excluídas e somente dois por cento consegue filtrar-se e entrar.
Agora, viver uma vida de somente dois por cento, não é em absoluto viver.
Quando se pode viver cem por cento, por que decidir viver somente dois por cento?
Perguntas-me: É importante ter algum tipo de controle diante da vida?
Não somente não é importante, senão que é perigoso ter qualquer controle a respeito da vida. Por que não permitir que a vida dance sua dança, cante sua canção, sem nenhuma expectativa? Por que não podemos viver sem expectativas? Por que não podemos ver a vida tal como é em sua pureza? Por que temos nos impor a ela? Em nada sais perdendo. Trata-se de te impor à vida, somente tu será o perdedor.
É melhor não colocar etiquetas na vida, é melhor é melhor não dar-lhe uma estrutura, é melhor deixá-la aberta sem final, é melhor não classificá-la, não etiquetá-la. Terás uma experiência muito mais bela das coisas, terás uma experiência mais cósmica das coisas, porque as coisas não estão realmente divididas. A Existência é um todo orgânico, é uma unidade orgânica. A folha menor do jardim, a mais pequenas das folhas é tão importante como a maior das estrelas.
O menor é também o maior, porque tudo é uma unidade, é uma continuidade. E no momento em que começas a dividir, estás criando linhas arbitrárias, definições e é assim que se vai perdendo a vida e o seu mistério.
Todos temos controles; essa é a nossa angústia. Todos encaramos a vida de um certo ponto de vista e é aí que nossa vida se torna pobre; porque cada aspecto pode ser como muito, uma só dimensão, e a vida é multidimensional. Tens que ser mais fluídico, mais capaz de dissolver-te e fundir-te, não tens que ser um espectador da vida, exceto de si mesmo. Não há nada que resolver. Não tomes a vida como um problema,pois ela é um mistério tremendamente belo.
Experimente bebê-la, como um puro vinho!
Embriague-se com ela!





Dicas


CONSELHOS PARA UMA EXISTÊNCIA PLENA E FELIZ
Parte I


1- Chega de sofrer!
Decida de uma vez por todas que você não está mais disposto a sofrer de maneira alguma!
Identifique de que maneira você atrai a desgraça a si próprio ou permite às circunstâncias exteriores fazê-lo.
Tome iniciativa, mude a sua realidade. Agora!


2- Você não precisa provar nada a ninguém!
Tudo o que você precisa é fazer a si próprio feliz. Esta é a única prova de que você está no caminho certo.


3- Pergunte-se sempre: O que eu realmente desejo?
Você deve reconhecer seus dons e saber valoriza-los.
Cada dom expressa um profundo desejo e uma real necessidade de sua alma.
Pelo mundo afora existe sempre alguém que quer muito receber justamente aquilo que você quer dar!
Identifique seus dons especiais. Faça uma lista de todos eles.
Procure desenvolvê-los. Mesmo se ainda isto não lhe traga retorno financeiro.
Como saber se você é possuidor de um dom especial :
Quando você possui uma sensibilidade especial para algo determinado.
Quando você é capaz de aprender algo com facilidade e tem condições de renova-lo, incrementa-lo ou ser original no que faz.
Quando esta ocupação lhe provoca fluência, vitalidade e alegria.
Quando o assunto lhe “toca o coração”, causando-lhe verdadeira preocupação.


4- A primeira prova que você faz o que gosta é: mesmo que não lhe paguem nada em troca, você estará disposto a continuar a fazê-lo em troca do prazer e do sentimento de importância que você confere a esta ocupação.
Faça uma lista de todas as coisas que você tem prazer em fazê-las sem preocupação com o que vai receber em troca
Não renuncie a nenhuma vontade criativa que tiver e valorize tudo o que você tem para oferecer.



5- Ouça o seu interior e os sinais que ele emite através dos sentimentos:
Alegria, entusiasmo, vitalidade, criatividade e auto-estima, quando você segue direção certa.
Nervosismo, frustração, medo, aborrecimento e depressão, quando você age contra si próprio.


6- Procure sempre o caminho conduzido por seu coração, o caminho do amor; o caminho que une você à satisfação interior e à alegria.
Faça, o quanto mais, as coisas que você gosta e não se preocupe. Lentamente, o trabalho dará frutos também no mundo exterior.
Quanto mais feliz e satisfeito contigo mesmo, quanto mais você agir de maneira criativa e com amo, mais você atrairá dinheiro e prosperidade.

7- Tire do seu dicionário pessoal palavras como: “impossível”, “difícil”, “proibido”, “fracasso”, “mal”, “amanhã”, “não posso”, “deve”, “talvez” e palavras similares cuja função é transformá-lo em um coitado.
Confie nos seus sonhos e realize-os.
Lembre-se sempre: Não há nada que possa enfrentar a sua força de vontade e a sua perseverança.

8-Identifique dentro de si aquela pequena criança que precisa de um abraço e de incentivo constante.
Fale com ela adote-a com muito calor e compreensão.
Trate-a da mesma maneira que você teria gostado de ser tratado quando você era criança.
Agora você é o pai de si próprio. Crie uma criança feliz!



9-Investigue de que maneira um certo sofrimento que te atormenta pode estar ligado à sua dificuldade de abandonar algo que você perdeu no passado.
O que você perdeu e que lhe é difícil conformar com a perda?
Será que você pode trazer de volta o que perdeu?
Se sim, não perca tempo e faça isso.
Se não, deixe claro a si próprio que não há mais o que fazer a esse respeito.É realmente um caso perdido! Não há mais o que fazer! Você deve se conformar, dar-se por vencido, renuncie de maneira interior ao que perdeu.
Conforme-se com o que não se pode evitar!





10- Quando você renuncia àquilo que perdeu, você está abrindo uma porta para aceitar algo novo que pode não ser aquilo que você perdeu, mas que talvez, seja até melhor!
No mundo existe abundância infinita em todos os sentidos.
Renuncie ao objeto específico que você perdeu, mas, nunca renuncie ao seu direito à felicidade




11- Identifique tudo de bom que acontece em sua vida sem que para isso você tenha que fazer qualquer esforço.
À sua volta existe milhares de raros e maravilhosos presentes que a natureza lhe permite aproveitar incluindo seu corpo e sua alma. Sinta-se gratificado.
Não permita que a rotina lha faça esquecer todas as coisas boas que você recebeu sem que nada lhe fosse pedido em troca.
Faça uma lista com todas as coisas que lhe provocam satisfação e gozo. Sem que para alcança-los, você tenha que lutar ou esforçar-se. Isso lhe ajudará a desenvolver o senso de crença na abundância do Universo.







12- Quando algo se encontra em quantidade e à facilidade de seu alcance, a tendência á esquecer rapidamente a importância e o valor que eles representam para você.
Vale a pena imaginar de vez em quando, como você se sentiria se, de repente, você perdesse esse algo que lhe é importante e que você não percebe. Choque um pouco a sua indiferença .
Nada é óbvio! Aprenda a valorizar alguns detalhes que lhe passam despercebido.




13- Se alguma pessoa ou situação lhe faz sentir-se limitado, carente ou bloqueado, o que provoca em você frustração, raiva e depressão, lembre-se: Eles só refletem seu próprio senso de limitação. Esta é uma oportunidade para você superar, mais um obstáculo em seu caminho ao senso da abundância infinita.
Procure a melhor maneira de tirar um a lição desta situação e corrigi-la.




14-Jamais bloqueie o amor, qualquer tipo de amor. Expresse-o em termos reais ou imaginários.
Se você gosta de certas coisas que por enquanto você não pode conseguir, não renuncie ao desejo. Não bloqueie a força do amor existente em você e que é dirigida a outrem; realize-a na imaginação enquanto toma atitudes concretas para alcançá-las.
Se não for possível concretizar seus desejos transfira a força do amor a outros objetivos mais fáceis de serem alcançados.


15- Antes de realizar algo importante pergunte-se sempre: Quanto isto contribuirá ao meu desenvolvimento, à minha felicidade e à minha realização pessoal?
Responda a si próprio honestamente e prepare-se para descartar tudo que for dispensável em sua vida. Tudo que você prefere continuar fazendo de forma rotineira e habitual, somente devido à falta de energia e ao medo de realizar mudanças em sua vida.
Afaste-se de todas as pessoas e situações que lhe causam mal e que por algum motivo você ainda se encontra ligado a elas.




16- Deixe que cada um siga seu destino.
a) Cuide do excesso de piedade para com outros, para que, no final das contas você não tenha que apiedar-se de si mesmo.
b) Em primeiro e mais importante lugar seja responsável consigo mesmo.
c) Se for possível ajudar com alegria, com cooperação, faça-o sem hesitar. Mas, se você sentir que isso está lhe prejudicando, pare o mais rápido possível.
d) Muitos enviados têm a força divina e não faltará quem possa ajudar – talvez em melhores condições que você àqueles que necessitam.
e) Pare com a mania de querer ser santo em prejuízo a si próprio!




17- Organize uma agenda de sonhos. Escreva os sonhos juntamente com o significados que você tentou dar a eles.
O sonho é uma fonte maravilhosa de aprendizado, de experiência, de orientação e de inspiração.
Esteja aberto para receber os sonhos. Peça à força do sonho respostas às perguntas que lhe são importantes.



18- Esteja consigo próprio como quem está bem perto da alma amada.
Agrade a si próprio o máximo possível. Compre-se coisas que você deseja, permita-se pequenas regalias.
Esteja próximo às pessoas com as quais você se sente aberto e enriquecido espiritualmente.
Faça o que lhe faz sentir bem, alegre, realizado.
Afaste-se de tudo que perturbe sua paz interior que possa deprimir-lhe, bloquear-lhe ou causar-lhe sofrimentos.
Desenvolva o amor próprio e a auto-valorização.




19-Desenvolva a solidariedade que existe em você para com todos os irmãos e irmãs - seres humanos. Preste atenção à verdade de que todos nós, juntos, somos um.
Procure o ponto de luz e o que há em cada um. Seja defensor da vida, irradie amor.



20- Quando você sente raiva aprenda a expressá-la de forma não destrutiva. Não guarde seus sentimentos, mas evite o quanto possível atingir seu meio de forma negativa.
É legítimo zangar-se...mas com cuidado. Não destrua.
Aprenda a fazer de sua raiva um trabalho interior construtivo. Existem vários meios para isso.



21- Quando você se sente deprimido é sinal de que tem algo a incomodar-lhe e que você não sabe como tratá-lo, sentindo-se importante para enfrentá-lo.
Até mesmo a raiva é preferível à depressão, pois, quando se sente raiva, pelo menos, você sente o poder de sua força.
Em vez de ficar deprimido ou zangar-se, é preferível saber que sempre existe uma solução e você vai encontrá-la.
Continue batalhando, com confiança na força que você tem, para encontrar uma solução criativa ao problema que o preocupa.





22- Desenvolva a harmonia e o equilíbrio em sua alma, principalmente o equilíbrio entre o cérebro e o coração.
Desenvolva pensamento lógico e prático mas não ignore a voz do coração. Também o sentimento tem a sua lógica.


Um momento para mim


Quando me amei de verdade
Charles Chaplin



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo , na hora certa, no momento exato.
E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome...

Auto-estima.



Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é...
Autenticidade.



Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de...
Amadurecimento.



Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é...
Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável ... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo
Hoje sei que se chama...
Amor-próprio.


Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é...
Simplicidade.



Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a...
Humildade.



Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...
Plenitude.



Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é....
SABER VIVER!



ESPAÇO DO LEITOR


Adely,

Vou contar um pouco da minha historia:
Meus relacionamento parecem um carma, um resgate, e eu sempre saio muito machucada, me sentindo rejeitada.
No inicio do relacionamento, há sempre uma paixão intensa, depois de uma hora para outra tudo muda, acaba!
Há dois meses atrás, me relacionei com um colega de faculdade,e em menos de 30 dias, “ levei o maior fora”...
Tudo isso é muito difícil porque o que eu mais desejo, é encontrar alguém que tenha a minha energia, que goste das coisas que gosto, e que tenha fé em Deus.
Espero que você possa me ajudar e desde já agradeço.

G.





G., obrigada por sua participação!

Apesar de ser uma situação que se repete há muito tempo em sua vida, antes de mais nada é necessário que reverta em seu subconsciente, a crença de que essa situação é seu “karma” ou o seu “resgate”.
Sem dúvida é uma situação rica em oportunidades e amadurecimento .
Portanto, antes de mais nada é importante que trabalhe interiormente, através de afirmações positivas tais como:

* “Me amo, me aprovo e me dou permissão para mudar e ser feliz”.
* “Me amo e meus relacionamentos afetivos são felizes e me realizam.”
* “O amor vem a mim com facilidade”
* “Sou uma pessoa amorosa e boa”
* “Estou segura (o) quando amo e sou amada (o)”
* É seguro e bom quando me relaciono”.

Ao ler todas essas frases, qual lhe chama mais a atenção? Não pense, SINTA!



Trabalhe inicialmente com essa frase, até que se sinta confortável ao repeti-la.
Seu interior lhe dará o sinal para passar adiante.
Dedique diariamente alguns minutos para repeti-la como uma oração.
Coloque-se em estado de relaxamento através da respiração, certifique-se de que esteja num ambiente confortável e silencioso e repita-a, com um sentimento profundo no coração: a vontade de mudar, de se curar.
Repetir diante do espelho, olhando-se nos olhos, é ainda melhor.
O tempo mínimo para esse exercício é de 30 dias.

Depois é importante que busque em algum acontecimento passado, o momento ( situação traumática) à partir do qual você passou a se sentir rejeitada e à se rejeitar. Pode lhe parecer estranho, mas, as pessoas fazem conosco, exatamente o que nós mesmos fazemos.
Investigue em seu mundo interior e trabalhe no sentido do autoconhecimento, que lhe ajudará em sua auto-estima e auto-imagem. Assim, as pessoas responderão à essa mudança.
Investigue também se em algum tempo ( provavelmente ao término do relacionamento com o seu “grande e primeiro amor”), você não jurou que nunca mais se daria a ninguém, ou iria amar.
Se conseguir lembrar de algo assim, dedique-se à afirmação: “Estou segura (o) quando amo e sou amada (o)”.
Descubra sua resistência ao relacionamento e à intimidade, entendendo que a resistência é na verdade, uma espécie de “defesa oculta”, lhe desviando das “ameaças”( aquilo que você mais deseja).
Em todos os casos que acompanhei, de pessoas com relacionamentos que terminavam sempre em frustração e humilhação , havia inconscientemente na própria pessoa, um profundo medo de amar, de se entregar, de criar intimidade ou de se relacionar. Portanto, antes de pensar que há algo de errado ( azar, feitiço, ou algo assim), dedique-se a encontrar a natureza oculta em si, que tem medo de se relacionar ou de se entregar.

Além disso, tire o foco da sua atenção ( energia) do que considera “problema”.
Trace outros planos para si, dedique-se com afinco a outras atividades que lhe motivem.
Quando estamos sofrendo , ficamos “embriagados” com o problema.
Pensamos e falamos nele o tempo todo, em busca de solução ou alívio interior.
Porém, isso só aumenta o problema. Para que possamos resolver algo, primeiro precisamos tirar a “dor”.
Aprender a olhar o fato com responsabilidade e não como vítima. Buscar soluções exteriores, significa ter de promover em si, mudanças. Não há outro caminho efetivo e real!
Dedique-se a se amar mais, a ser mais amiga de si, a se apoiar e a se aprovar.
Passe a ver esse desafio como uma oportunidade de aprendizado e dedique-se a encontrar em si mesma respostas.

Investigue se seus sonhos de amor, não são românticos e idealizados demais. Investigue se não traçou um perfil de “príncipe perfeito” ou “alma gêmea”. Ilusões geram desilusões! Pessoas que chamamos de “perfeitas” ( da maneira como queremos), não existem! Existem apenas pessoas, seres únicos, gente, como eu e você!

Concentre-se em imaginar-se feliz, muito feliz ao lado de alguém. O ideal é não tentar forçar a imagem de alguém nessas visualizações. As pessoas são livres para nos rejeitar.
Passe um bom tempo antes de adormecer, simplesmente se imaginando preenchida de amor, e entregue-se a essas sensações.

E mais uma dica: se ao conhecer alguém, estiver repleta de um sentimento de “carência afetiva” ( carência de si ), saiba que a outra pessoa ( a não ser que esteja na mesma situação), irá desaparecer em pouco tempo da sua vida. As pessoas sentem a energia da carência como algo que lhes é roubado, ou se sentem aprisionadas.
Algumas vezes essas sensações são interpretadas mais ou menos assim: “Sei lá, tem algo de estranho com aquela pessoa, vou me afastar.”
E quando menos se percebe a pessoa já desapareceu.
Esteja atenta a isso. E resolva a sua carência, preenchendo-se mais de si mesma, antes de buscar um relacionamento.

Parece muita coisa? Não é não! Assim como nos dedicamos a aprender a ler, a escrever, a andar, porque não nos dedicamos a nos amar e a nos auto-conhecer?
Tudo tem um “preço”; além de necessitar de dedicação e empenho.
Mas quem já experimentou, reconhece que os resultados compensam, e muito, a dedicação.

Ame-se e faça-se feliz!


Tenho certeza que o Universo lhe responderá de maneira positiva e realizadora.

Descobrir o que essa situação está lhe mostrando acerca de si mesma, esse é o objetivo. A dor só existe, aonde a Consciência não está...


Luz e Paz em seus caminhos!







Agradecimentos: Elaine Pitta ( carinhosa revisão dos textos)
À todos que compartilharam com outras pessoas esse material!